Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

Arquivo da tag: web

Golpista se passa por piloto para seduzir mulheres no Tinder

Mulher de 30 anos pegava fotos do Google e se apresentava como Pierre, Bernardo ou Tiago; uma das vítimas, moradora de Belo Horizonte, perdeu R$ 30 mil para “namorado virtual”

estelionato

Para a imprensa, mulher disse ser inocente

Mulheres de classe média-alta, com nível superior, na faixa de 40 anos, algumas carentes, buscando namorado em um site de relacionamento amoroso. Com esse perfil, ao menos quatro mulheres, foram enganadas por uma mulher de 30 anos. No Tinder, ela se passava por piloto de uma companhia área, conquistava a confiança das “namoradas” e  arrancava  dinheiro delas. Apresentada à imprensa na manhã desta segunda-feira (13), a suspeita chegou a tirar R$ 30 mil de uma moradora de Belo Horizonte.

De acordo com a delegada Renata Fagundes, da 2ª Delegacia de Crimes Cibernéticos, do Departamento Estadual de Investigação de Fraudes da Polícia Civil, a investigação começou há quase três meses, quando duas vítimas prestaram queixas após desconfiarem do “piloto”, que nunca aparecia.

“Ela se passava por rapazes buscando por mulheres. Iniciava uma conversa e um relacionamento virtual. Quando criava uma certa intimidade com a vítima, ela arrumava alguma situação de emergência que demandava uma ajuda financeira”, contou a policial.

A situação de emergência foi muito bem montada. O “piloto”, que dizia morar  na França, afirmava que tinha sofrido um acidente, precisava receber uma indenização de  80 mil euros  em Londres, mas não tinha condições de pagar a passagem. Com isso, as “namoradas” ficavam sensibilizadas e depositavam várias quantias.

Os depósitos eram feitos em uma conta em nome da suspeita, que, para algumas vítimas, se passava por irmã do piloto. Para outras, era  amiga do homem. “Ela tinha um poder de manipulação muito grande. Não pedia dinheiro, mas envolvia tanto as mulheres que elas davam a quantia para ajudar”, contou a delegada.

A estelionatária também se aproximava das famílias das vítimas, como forma de criar laços e tentar esconder o crime. Segundo levantamentos da polícia, das quatro mulheres enganadas, a criminosa conseguiu tirar R$ 50 mil. “Acreditamos que o número de vítimas seja maior, mas, até mesmo por vergonha, muitas não denunciam. No entanto, a gente pede que, quem tiver sido lesado, procure a polícia”, finalizou Renata.

Alerta

A delegada Renata Fagundes destacou que, ao iniciar qualquer tipo de relacionamento, virtual ou pessoal, é necessário que as pessoas fiquem atentas. “Em casos como do site de relacionamento, alertamos para que não se crie vínculos tão rápido. O contato que durou mais tempo dessa estelionatária com uma das vítimas foi cinco meses. Um tempo curto”, explicou.

Além disso, a policial afirma que é preciso desconfiar quando a outra pessoa começa a pedir dinheiro, seja por qualquer motivo. As fotos usadas pela suspeita nos perfis criados no Tinder foram aleatórias da Internet.

“Uma boa opção também é procurar imagens no Google. É muito comum que criminosos retirem essas fotos de lá”, contou.

Estelionato

Segundo a Polícia Civil, a mulher, que até então só tinha um registro de ameaça em seu prontuário, está presa preventivamente por estelionato. A criminosa pode pegar de um a cinco anos de prisão.

 .

FONTE: O Tempo.


Câmara aprova Marco Civil da Internet
Texto manteve ‘neutralidade’ e desobrigou guarda de dados no Brasil. Prioritário para o Planalto, projeto seguirá agora para análise do Senado.


Apoiadores acompanharam da galeria da Câmara legislação considerada a constituição da rede

Após meses de intensas negociações, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25), por votação simbólica, a criação do Marco Civil da Internet, projeto considerado uma espécie de constituição da rede mundial de computadores. Após concessões do governo em pontos antes considerados “cruciais” pelo Planalto, partidos aliados e da oposição retiraram todas as 12 propostas de alteração ao texto que haviam sido apresentadas em plenário. Leia no link adiante o texto completo (Marco Civil da Internet).

Até o PMDB, maior crítico ao relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), cedeu e se absteve de defender quaisquer modificações na redação. A proposta, que estabelece direitos e deveres de usuários e provedores de rede, seguirá agora para análise no Senado antes de ir à sanção presidencial.

.
Considerado “prioridade” pelo governo, o Marco Civil da Internet impedia a deliberação de outros projetos de lei no plenário desde outubro do ano passado, já que tramitava em regime de urgência.

Neutralidade

Um dos pilares do projeto, a neutralidade de rede, sofreu algumas alterações no texto, mas foi mantido. Por esse princípio, os provedores não podem ofertar conexões diferenciadas, por exemplo, para acesso somente a emails, vídeos ou redes sociais. O principal entrave estava na regulamentação do princípio pelo Poder Executivo, principalmente em relação às exceções à norma.

O texto original previa que a neutralidade fosse regulamentada por meio de decreto presidencial.

Partidos da oposição e da base aliada, sobretudo o PMDB, temiam que assim o presidente da República fizesse alterações significativas sem ouvir o Congresso. Para obter acordo, Molon especificou que o tema seria regulamentado “para fiel execução desta lei”, sem autonomia para grande modificação por parte do presidente.

O objetivo é destacar que a regulamentação serve exclusivamente para viabilizar a aplicação da Lei do Marco Civil da Internet. Além disso, o relator incluiu ainda a obrigatoriedade de o presidente ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI) antes de formular o decreto.

De acordo com o relator do texto, as exceções servirão para garantir prioridade a “serviços de emergência” e a qualidade de algumas transmissões, como vídeos ao vivo. Assim, a transmissão de e-mails, por exemplo, pode ter menor prioridade no tráfego de dados em prol de outros serviços.

Críticos da neutralidade dizem que o princípio restringe a liberdade dos provedores para oferecer conexões diferenciadas conforme demandas específicas de clientes e que sua aplicação obrigatória pode encarecer o serviço para todos indistintamente. A proposta não impede a oferta de pacotes com velocidade diferenciada.

O relator do Marco Civil da Internet, Alessandro Molon (PT-RJ), entrega relatório ao presidente da Câmara, Henrique Alves

Armazenamento de dados
Para viabilizar a aprovação da proposta, o governo também abriu mão do armazenamento no Brasil de dados de usuários brasileiros, com a instalação de data centers no país de empresas de internet, como o Google e o Facebook.

A medida tinha o objetivo de garantir a privacidade dos internautas e de dados do próprio governo brasileiro diante das denúncias de que os Estados Unidos teriam espionado comunicações da presidente Dilma Rousseff com ministros e assessores.

No entanto, parlamentares da base aliada se opunham à proposta argumentando que a exigência iria encarecer o acesso na internet. Para obter acordo, o relator da proposta, Alessandro Molon (PT-RJ), retirou esse trecho do projeto, com o aval do Planalto, mas reforçou que empresas internacionais precisam respeitar a legislação brasileira no tocante a transmissões de rede ocorridas no país.

“Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet em que pelo menos um desses atos ocorram em território nacional, deverá ser obrigatoriamente respeitada a legislação brasileira, os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações privadas e dos registros”, diz artigo do projeto do Marco Civil.

Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente”

Art. 19 do Marco Civil da Internet, em trecho referente à liberdade de expressão

Retirada de conteúdo

De acordo com o projeto, provedores de conexão à web e aplicações na internet não serão responsabilizados pelo uso que os internautas fizerem da rede e por publicações feitas por terceiros.

Atualmente não há regras específicas sobre o caso e as decisões judiciais variam – alguns juízes punem sites como o Facebook e Google por páginas ofensivas criadas por usuários, enquanto outros magistrados optam por penalizar apenas o responsável pelo conteúdo.

De acordo com a nova legislação, as entidades que oferecem conteúdo e aplicações só serão responsabilizadas por danos gerados por terceiros se não acatarem ordem judicial exigindo a retirada dessas publicações. O objetivo da norma, segundo Molon, é fortalecer a liberdade de expressão na web e acabar com o que chama de “censura privada”.

O trecho era alvo de polêmica, sobretudo entre parlamentares do PMDB. Para o partido, esse artigo ajuda os provedores, mas prejudicará pessoas que eventualmente se sintam constrangidas por algum conteúdo publicado que seja evidentemente ilegal. Isto porque os provedores poderão não se sentir obrigados a retirar o conteúdo após a mera notificação do usuário, já que eles terão a garantia de que só serão responsabilizados se descumprirem ordem judicial exigindo a indisponibilidade da publicação.

Fim do marketing dirigido

Pelo texto aprovado, as empresas de acesso não poderão “espiar” o conteúdo das informações trocadas pelos usuários na rede. Há interesse em fazer isso com fins comerciais, como para publicidade, nos moldes do que Facebook e Google fazem para enviar anúncios aos seus usuários de acordo com as mensagens que trocam.

Essas normas não permitirão, por exemplo, a formação de bases de clientes para marketing dirigido, segundo Molon. Será proibido monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes, salvo em hipóteses previstas por lei.

Sigilo e privacidade

O sigilo das comunicações dos usuários da internet não pode ser violado. Provedores de acesso à internet serão obrigados a guardar os registros das horas de acesso e do fim da conexão dos usuários pelo prazo de seis meses, mas isso deve ser feito em ambiente controlado.

A responsabilidade por esse controle não deverá ser delegada a outras empresas.

Não fica autorizado o registro das páginas e do conteúdo acessado pelo internauta. A coleta, o uso e o armazenamento de dados pessoais pelas empresas só poderão ocorrer desde que especificados nos contratos e caso não sejam vedados pela legislação.

Relator e líder do governo defendem projeto

Após a aprovação, o relator disse acreditar que a Câmara melhorou a proposta do governo. Para Alessandro Molon, apesar das alterações e concessões, ficaram garantidos os princípios que ele considera pilares do Marco Civil da Internet: a neutralidade na rede, a privacidade e a liberdade de expressão.

Hoje nada impede que a navegação do usuário seja gravada, identificada e vendida, violando a privacidade do usuário. Com o Marco Civil isso não poderá acontecer”
Alessandro Molon (PT-RJ), relator do Marco Civil da Internet

“Hoje nada impede que a navegação do usuário seja gravada, identificada e vendida, violando a privacidade do usuário. Com o Marco Civil isso não poderá acontecer. Também não existe lei que garanta que não haverá cobrança para uso diferenciado do acesso à internet, para quem quiser baixar música, assistir vídeo. O marco proíbe isso e coloca em lei essa proibição, algo que nos Estados Unidos caiu no Judiciário, mas ainda não tem lei”, explicou.

O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), agradeceu pela aprovação e disse que os deputados superaram preocupações de cunho político e ideológico. Ele negou que a lei seja uma forma de o governo intervir na liberdade da internet.

 

Com acordo entre governo e oposição, Câmara aprova Marco Civil da Internet

 

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (25) o projeto do Marco Civil da Internet, considerado com a “Constituição da Web”. A proposta segue agora para análise do Senado. A votação no plenário ocorreu após o governo aceitar modificar artigos que tratavam sobre a neutralidade de rede e a exigência de datacenters no país. Só o PPS votou contra o texto.

Em relação à neutralidade, no texto aprovado ficou mantido o entendimento do governo que prevê que o responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino. Esse ponto foi um dos principais “cavalos de batalhas” entre o Palácio do Planalto e o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), desde que a proposta foi encaminhada ao Congresso em 2011. Na reta final das discussões, o PMDB também retirou todas as sugestões de alteração no texto apresentado no plenário pelo relator, Alessandro Molon (PT-RJ). “Esta não é a Casa do enfrentamento. Discutimos esse projeto à exaustão. Pelo convencimento, essa Casa tem seu melhor desempenho”, declarou o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Por outro lado, o governo aceitou retirar do projeto a previsão de que a regulamentação da neutralidade fosse feita por meio de decreto. “O governo resolveu dialogar”, comemorou André Moura (SE), líder do PSC. Por sugestão de Eduardo Cunha foi eliminada a expressão “decreto” do texto e incluído o entendimento de que a normatização ocorrerá de acordo com o que prevê a Constituição. O efeito prático disso é mínimo, uma vez que a própria Carta Magna prevê que as regulamentações são de exclusiva competência da Presidência da República, para a “fiel execução das leis”. Ficou estabelecido que a Presidência terá de ouvir a opinião do Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para fazer a regulamentação.

A proposta aprovada nesta terça também prevê que os provedores de aplicação de internet (site e redes sociais) somente poderão ser responsabilizados civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências devidas. O ponto, até esta tarde, era considerado polêmico.

O projeto também estabelece responsabilidades para os provedores em casos em que um usuário da rede publique imagens com cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado. A iniciativa também é conhecida como “pornografia de vingança”. De acordo com o projeto, o provedor de aplicações de internet que disponibilize tal conteúdo será responsabilizado subsidiariamente pela violação da intimidade decorrente da divulgação das imagens, sem autorização de seus participantes, se não retirar o conteúdo do ar após o recebimento de notificação feita pela pessoa exposta.

Na questão das guardas dos registros de acesso, os deputados definiram que os provedores de aplicação terão que manter os dados arquivados por seis meses e os provedores de conexão por pelo menos um ano. De acordo com a projeto aprovado a autoridade policial ou o Ministério Público poderá requerer, entretanto, cautelarmente que os registros de conexão sejam guardados por prazo superior. A responsabilidade pela manutenção dos dados não poderá ser transferida a terceiros.

Relator do Marco Civil da Internet comemora aprovação

Brasília, 25 – O deputado Alessandro Molon (PT/RJ) comemorou a aprovação do Marco Civil da Internet na Câmara por maioria esmagadora. O parlamentar, que é o relator do texto, ressaltou que estão mantidos integralmente os três pilares do projeto – neutralidade da rede, privacidade do usuário e liberdade de expressão.

Para Molon, o texto aprovado é melhor do que o apresentado originalmente. Segundo ele, a única concessão feita por parte do governo diz respeito ao armazenamento de dados no País. O item suprimido era apoiado pela presidente Dilma Rousseff e foi sugerido depois das revelação de esquemas de espionagem feitos pelo governo dos Estados Unidos. Pelo ponto, todos os dados que trafegam no Brasil deveriam ser mantidos em território nacional. “Houve um consenso dos partidos de que seria melhor deixar essa discussão para um outro momento”, disse.

O texto aprovado prevê também a regulamentação de duas questões por decreto presidencial: exceções à neutralidade da rede que são indispensáveis ao bom funcionamento da internet e a prestação de serviços de emergência. “Todos os especialistas de internet sempre disseram que era impossível exaustivamente enumerar esses casos na lei. Se tentássemos fazer isso, engessaríamos a internet, o que é ridículo.”

 

FONTE: G1, Hoje Em Dia e Estado de Minas.


Microsoft facilitou espionagem do governo dos EUA, diz jornal
Companhia teria ajudado órgãos a burlar seus sistemas de segurança.
Empresa diz que não facilita ou dá acesso a quaiquer de seus serviços.

Prism

A Microsoft ajudou o governo dos Estados Unidos a interceptar os dados de usuários de seus serviços na internet, segundo informou reportagem publicada nesta quinta-feira (11) pelo jornal britânico “The Guardian”.

O esforço da companhia compreendeu, inclusive, um auxílio para quebrar a criptografia (embaralhamento de código) de seus serviços na internet, de acordo com documentos vazados pelo ex-agente da CIA, Edward Snowden, que trabalha para a Agência de Segurança Naciona (NSA, na sigla em inglês), responsável por programas de espionagem.

MAIS:

Em junho, o “Guardian” e o “The Washington Post” revelaram que a NSA mantém um programa de espionagem on-line chamado Prism, que monitora a troca de dados feitas pelos serviços na web de Apple , AOL, Facebook, Google, Microsoft, Yahoo!, Skype, YouTube e Paltalk.

A ajuda da Microsoft ocorreu porque a Agencia de Segurança Nacional não havia conseguido interceptar os chats na web no novo portal Outlook.com, que substituiu o site Hotmail.

Os e-mails trocados pelos usuários não eram problema, porque a NSA tinha acesso a uma versão deles antes de serem criptografados. As preocupações da agência em conseguir acessar os dados no novo portal começaram ainda quando a Microsoft testava o novo portal, em julho de 2012. O novo portal foi lançado em fevereiro de 2013.

Por conta da dificuldade, a companhia passou a trabalhar com a polícia federal dos EUA (FBI) para quebrar a criptografia dos chats.

A Microsoft afirmou, por meio de comunicado, que “quando atualiza ou melhora seus produtos não se isenta de precisar cumprir com existentes ou futuras demandas legais”.

A companhia alegou que cedeu dados de consumidores “apenas em resposta às demandas governamentais e sempre os cumpriu apenas com ordens ou pedidos sobre contas e identidades específicas”.

A colaboração não se limitou ao Outlook. A Microsoft trabalhou com o FBI também para permitir à NSA acesso facilitado ao seu serviço de armazenamento SkyDrive, que possui 250 milhões de usuários.

Decisões secretas permitiram à NSA coletar dados de internautas sem mandados judiciais individuais, desde que seus alvos não fossem cidadãos norte-americanos e não estivessem dentro do território dos EUA.

No entanto, os documentos revelados pelo “Guardian”, mostram que informações captadas pelo Prism eram compartilhados com o FBI e a CIA, serviço secreto dos EUA.

As empresas de tecnologia pressionam o governo dos EUA para que revelem em que nível ocorreram suas colaborações a programas de espionagem. O objetivo é mostrar aos usuários de seus serviços que houve preocupação em cumprir as políticas de privacidade. A Microsoft e outras empresas envolvidas negaram dar acesso aos seus servidores.

Veja a nota da Microsoft na íntegra:

“Nós temos claros princípios que guiam a resposta de toda a companhia em relação às demandas governamentais por informação de consumidores tanto via pedidos judiciais quanto por motivos de segurança nacional.

Primeiro, nós levamos  muito a sério nossos compromissos com nossos clientes e a aderência com a aplicação de leis, por isso cedemos dados de consumidores apenas em resposta a processos legais. Segundo, nosso time examina todas as demandas de perto, e nós as rejeitamos se acreditamos que não sejam válidas. Terceiro, apenas atendemos pedidos sobre contas e identidades específicas, e não responderíamos ao tipo de requisição discutida na imprensa ao longo das últimas semanas. Para ser bem claro, a Microsoft não cede a nenhum governo cobertura ou acesso direto ao SkyDrive, Outlook.com, Skype ou qualquer de nossos produtos.

Finalmente, quando atualizamos ou melhoramos produtos, obrigações legais, em certas circunstancias, requerem que nós mantenhamos a possibilidade de prover informação em resposta a pedidos legais ou mediante requisição em nome da segurança nacional. Existem aspectos nesse debate que gostaríamos de discutir mais abertamente. É por isso que solicitamos transparência adicional que pudesse ajudar todos a entender e debater esse importante assunto.”

FONTE: G1.


Serviços de streaming ganham espaço na preferência de usuários de internet que curtem ouvir suas músicas prediletas no computador, no tablet e principalmente no smartphone

A Apple se tornou a empresa de tecnologia mais valorizada do planeta por propor ao mercado produtos e serviços inovadores especialmente ligados ao universo musical. Para não ficar atrás em áreas onde outros grupos já saíram na frente, a empresa da maçã aposta no seu serviço de música por streaming – o iTunes Radio –, anunciado no fim de junho, e que vai tentar disputar, inicialmente, a preferência do consumidor norte-americano com operadoras como Pandora ou Spotify. De acordo com a Apple, o serviço de rádio gratuito por meio da internet vai reunir até 200 estações e um “incomparável catálogo de música da iTunes Store”.
Para ser gratuito, o serviço, a ser lançado até o fim do ano, será financiado com publicidade e promete dar acesso a milhares de canções novas a cada semana, além de oferecer músicas exclusivas de artistas novos e populares antes mesmo de serem divulgadas por qualquer outro meio. Ainda segundo a Apple, ele será integrado ao seu programa de software do assistente pessoal de voz Siri, pelo qual os usuários vão poder pesquisar e descobrir quem está cantando determinada música ou solicitar ao programa tocar mais canções do gênero.

OLHO NOS GRATUITOS
O serviço que a Apple passa a oferecer junto a vários outros mostra que foi-se o tempo em que, para ouvir uma boa música via internet, no computador, tablet ou no smartphone, era preciso comprar ou perder tempo fazendo demorados downloads. Os serviços de streaming abrem cada vez mais opções aos usuários para aproveitar de forma ágil e eficiente o som que aprecia. “Utilizo streaming de música praticamente todos os dias devido, principalmente, ao fato de não ocupar espaço no computador. São diversos os programas disponíveis, mas é bom a gente ficar de olho naqueles que são gratuitos e que não necessitam de cadastro, como o Grooveshark”, afirma o publicitário Lucas Pig Machado, de 26 anos.

Aproveitando a onda dos streamings musicais, o Informátic@ testou dois dos serviços mais populares no país, o Rdio e o Deezer. Veja nesta edição o que são, como usá-los, e como os usuários estão vendo essa nova forma de curtir músicas via internet.

SÓ FORA DO BRASIL
Pandora e o Spotify são dois serviços de streamings que não estão disponíveis no Brasil e só funcionam para usuários dos Estados Unidos. Eles são atualmente bloqueados no país devido às leis de direitos autorais e audiovisuais. Em março, o Spotify abriu nove vagas de trabalho em seu site no Brasil. Esse recrutamento dá a entender que o serviço deverá ser oferecido por aqui, mas não há ainda informações sobre quando exatamente isso poderá ocorrer.

Mesmo a internet não ajudando…

Streaming

O Groovershark e o Plaay são os dois aplicativos preferidos de Lucas Pig. Mas ele não deixa o radinho de lado quando o Galo joga

Usuário de carteririnha de serviços musicais por streaming,o publicitário Lucas Pig Machado, 26, diz que, além do Grooveshark, é adepto do Plaay, um aplicativo novo e nacional para smartphones, que oferece grande variedade de títulos e tem sincronização com o Facebook, o que viabiliza a criação de uma rede de amigos. “Seu ponto negativo é a qualidade do som, que cai muito quando utilizamos nossa péssima internet 3G”, reclama. Ele indica como programas de streaming de qualidade, o Deezer, “que tem um acervo muito grande”, e o Rdio, “que tem grande variedade de sons nacionais.” A desvantagem dos dois, segundo ele, é o pagamento de mensalidades para ter acesso a um serviço diferenciado. E ressalta que essa nova forma de se escutar música veio para se juntar aos outros meios já existentes e não para substituir. “Afinal, não dá para deixar o radinho de lado em dia de jogo do Galo”, completa.

Já o designer gráfico Leandro Massai, de 25, diz que atualmente usa bastante o Superplayer (Superplayer.fm), que é basicamente um player por streaming baseado em algumas playlists predeterminadas. “O serviço separa as playlists por gênero, humor e até atividades, o que chega a dar um tom até certo ponto cômico ao site. Oferece grande variedade de músicas de ótima qualidade de áudio. Tem substituído bem meus acessos ao iTunes”, diz ele, lembrando que conhece outros serviços, como Grooveshark e Rdio, que costuma usar durante o dia, principalmente no trabalho. “Mas confesso que estou gostando bem mais do Superplayer.”

Streaming na caixa

Novos serviços dão mais opções para você aproveitar sua música preferida com qualidade

Comprar um CD e ouvir as canções no som de casa ou do carro já não é a forma mais usual de curtir a música preferida. Os serviços de streaming estão se popularizando e ganhando cada vez mais usuários à medida que novos sites vão chegando ao Brasil. Streaming é uma forma de distribuir informação de áudio e vídeo pela web por meio de pacotes. Esse tipo de serviço, que até recentemente era pouco acessível ao brasileiro, já apresenta boas opções.
O cenário começou a mudar em 2011, com a chegada do Rdio, que vai além de ser apenas uma ferramenta para ouvir seus artistas preferidos. Ele o ajuda a descobrir novas músicas. A interatividade faz parte do serviço, ao permitir que se sigam os amigos e saiba o que eles estão ouvindo naquele instante. Assemelha-se muito a uma rede social e no perfil do usuário é possível ver o que a pessoa adicionou a sua biblioteca, quais músicas ouviu recentemente e os links para o Twitter e Facebook, por exemplo. Com ele se têm cerca de 18 milhões de músicas na palma das mãos.

O app do Rdio foi instalado pelo analista de redes Felipe Soares, 25, há cerca de seis meses. “No início, usei bastante, mas hoje nem tanto, porque minha internet no celular é muito lenta para streaming. Mas quando estou ligado a uma rede wireless, nunca deixo de acessar o serviço”, afirma. Para ele, o Rdio é bom por proporcionar, de forma aleatória, que se conheça novas bandas. “Um recurso que eu acho bem legal é saber o que meus amigos estão ouvindo, conhecer pessoas de gosto parecido com o meu.”

Para ele, o Rdio não exclui o MP3 ou o rádio normal, pois são serviços com focos diversos. “Quando quero fazer minha playlist, prefiro baixar as músicas e colocar no meu celular. Assim, eu posso ouvi-las no carro, dentro do ônibus, sem problema. A rádio normal limita muito, ao impor o que eles querem que você ouça”, considera. “Sei que há alguns serviços parecidos, mas não achei necessário baixar nenhum outro, principalmente por não contarmos com uma internet móvel que possibilite ficar testando novidades.”

O Rdio se assemelha ao Deezer, serviço que chegou por aqui no início do ano. O Deezer é ainda um dos poucos que permitem ao usuário ouvir músicas mesmo quando está sem acesso à internet (os demais oferecem funcionalidade semelhante, mas só nos dispositivos móveis). O modelo é simples: o cliente se cadastra e acessa o serviço via web ou em aplicativos para celular e tablet. Há profissionais responsáveis por indicações em cada um dos 12 estilos musicais e as músicas preferidas podem ser organizadas em listas e compartilhadas nas redes. A interface da web é moderna e contrasta bem com a ferramenta, que permite ao usuário descobrir músicas além das que tocam nas rádios tradicionais.

O Deezer já tem mais de 100 milhões de playlists compartilháveis e um catálogo com mais de 20 milhões de faixas. A empresa é de origem francesa, está presente em todos os continentes, atuando em 160 países e o projeto que a trouxe ao Brasil – e também disponibilizou o serviço para todos os países da América Latina.
Ela tenta ganhar os usuários oferecendo 15 dias grátis para o acesso web e um mês de acesso móvel.

CONCORRÊNCIA É com serviços como o Rdio e o Deezer, entre vários outros, que a Apple passa a competir até o fim do ano com o seu iTunes Radio: um serviço de rádio semelhante embutido no app Música do iOS 7 (sistema operacional da empresa) e ainda no iTunes para PC, Mac e Apple TV. É importante lembrar que alguns dos serviços são pagos e geralmente oferecem os primeiros 15 dias de graça como forma de teste. Quem gostar e quiser assinar deve escolher um dos pacotes mensais, que variam entre R$ R$ 8,90 (serviço somente web) a R$ 26,90 (plano família ilimitado). Quando o período experimental terminar, um e-mail para renovação é enviado e a cobrança é feita em cartão de crédito.

Quem, portanto, é usuário de produtos Apple (iPhone, iPad e Mac) já começa a levar vantagens. Primeiro por a empresa contar com uma grande experiência na área musical (é a criadora dos iPods e conta em sua loja virtual com centenas de serviços e aplicativos ligados a música). E segundo por apresentar uma proposta sem custos para seus clientes. A maçã, como sempre, mostra que também nessa área de rádio pela internet não vem para brincar.

ACESSE E OUÇA
O Informátic@ experimentou os dois principais serviços de streaming disponíveis no Brasil. Veja como é fácil usá-los:

Rdio
O acesso ao Rdio é bem simples. Ao entrar no endereço do site (www.radio.com), você pode fazer um cadastro usando o seu e-mail ou se conectar pelo Facebook. O Informátic@ escolheu a segunda opção, que mostra aos amigos da rede social em tempo real o que se está ouvindo. É muito fácil usar o serviço, que disponibiliza uma barra de busca para encontrar a música que o usuário deseja ouvir naquele instante. No painel inicial são exibidos os discos mais tocados. Já no seu painel, todas as músicas do disco são apresentadas, permitindo que você possa trocá-las quando quiser. Ao encontrar uma música de outro disco que queira ouvir, basta clicar em “tocar depois”. É posssível a própria playlist. Todo o processo para contar com o Rdio foi muito rápido: do acesso ao site até começar a ouvir a primeira música, durou no máximo um minuto.
Preços: no Brasil, o pacote Rdio Ilimitado custa R$ 14,90 por mês e permite seu uso na web, em dispositivo móvel e em media player compatível. O Rdio Web custa R$ 8,99 por mês e permite apenas o uso do serviço na internet.

Deezer
O Deezer segue a mesma linha do Rdio. Para se cadastrar, é só entrar no endereço http://www.deezer.com.br. Sua interface é um pouco mais interativa e cheia de imagens. Há uma seleção de acordo com o que você tem ouvido. O diferencial do seu streaming é a possibilidade de conhecer novos artistas. O próprio Deezer incentiva isso. Chamou a atenção a lista “Mais queridas”, em que para colocar uma música, basta clicar no coraçãozinho ao lado dela. A área “Rádios temáticas” facilita na busca por um estilo de música específico. Toda a operação de instalação também não passou de um minuto.

Preços: pode-se experimentar gratuitamente o Deezer por 15 dias. Depois você tem as opções conta Premium+, pela qual vai pagar R$ 14,90 por mês para uso na web e em dispositivo móvel. Já o plano Premium, por R$ 8,90 mensal, permite apenas o uso na web. É preciso bastante paciência para fazer o cadastro.

FONTE: Estado de Minas.


Nos termos do Decreto 7.962 (clique para ver), caberá ao fornecedor esclarecer ao consumidor as condições para o exercício desse direito [arrependimento], permitindo que seja manifestado pelos mesmos meios usados para a contratação

Marina Corrêa Drumond
Advogada do escritório Henriques, Veríssimo & Moreira Advogados

Lucas Drumond Mourão Cotta
Estagiário do escritório Henriques, Veríssimo & Moreira Advogados

e-commerce

O comércio eletrônico no Brasil tem tido expressivo crescimento. Segundo pesquisa realizada por renomada consultoria internacional, o país é o segundo entre as nações emergentes com maior potencial de crescimento para essa modalidade de comércio no mundo, perdendo, apenas, para a China (http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/brasil-e-numero-2-em-oportunidades-para-e-commerce). A diversidade das ofertas, a comodidade e a praticidade desse tipo de comércio, aliadas ao grande número de usuários da internet, certamente são relevantes fatores para o êxito dessas transações.
Todavia, muitos têm sido os problemas enfrentados pelos consumidores nas negociações ocorridas no ambiente virtual.Informações imprecisas sobre os produtos e serviços anunciados; contratempos relacionados à entrega dos bens adquiridos; dificuldade de identificação dos fornecedores, de cancelamento e devolução dos produtos são alguns dos recorrentes problemas responsáveis pela crescente demanda de ações ajuizadas por consumidores insatisfeitos com o comércio eletrônico.
Nesse contexto, publicou-se em 15 de março o Decreto 7.962, regulamentando o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990) para tratar, especificamente, das relações de consumo havidas em ambiente virtual.
De acordo com diploma referido, o nome empresarial; o CPF ou CNPJ do fornecedor; o endereço físico e eletrônico, além de outros dados necessários à sua localização e contato; as características do produto ou do serviço, com menção aos riscos à saúde e à segurança dos consumidores; a composição do preço, com a identificação de quaisquer despesas adicionais ou acessórias; a forma de pagamento, os prazos de entrega dos produtos ou de execução dos serviços e as condições para fruição da oferta deverão ser divulgados em local de destaque e de fácil visualização nos sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para oferta ou conclusão de contrato de consumo.Para os casos de compra coletiva, às informações elencadas deverão ser acrescentadas: a quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato; prazo para utilização da oferta; identificação do fornecedor responsável pelo sítio eletrônico e do fornecedor do produto ou serviço ofertado.

Com o intuito de minimizar as chances de o consumidor vir a ser induzido a erro pela oferta apresentada e os riscos das operações ocorridas no ambiente web, assim como para facilitar e tornar mais célere os contatos entre as partes, estabeleceu-se que o fornecedor deverá: apresentar um sumário do contrato antes de sua formalização, com as principais condições e destaque das cláusulas que restrinjam direitos, disponibilizando-o, depois de concluído, em meio passível de ser arquivado; confirmar imediatamente a aceitação da oferta e o recebimento de outras demandas do consumidor; manter serviço de atendimento eletrônico para solução de qualquer demanda relacionada à transação havida, que deverá ser atendida no prazo máximo de cinco dias; valer-se de mecanismos de segurança para preservação dos dados fornecidos e operações realizadas.

O direito de arrependimento, que poderá ser exercido pelo consumidor no prazo de sete dias da assinatura do contrato ou da entrega do produto, sempre que a contratação ocorrer fora do estabelecimento comercial do fornecedor, também foi regulamentado. Nos termos do Decreto 7.962, caberá ao fornecedor esclarecer ao consumidor as condições para o exercício desse direito, permitindo que seja manifestado pelos mesmos meios usados para a contratação. A confirmação do recebimento pelo fornecedor da manifestação de arrependimento deverá ser imediata, depois do que estará o fornecedor obrigado a comunicar o cancelamento à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito, evitando a cobrança do preço ou determinando o estorno dos valores eventualmente pagos.

A infração às normas estabelecidas poderá ensejar desde a aplicação de multa até a cassação de licença do fornecedor, conforme artigo 56 do Código de Defesa do Consumidor, cuja aplicação ao comércio eletrônico foi ratificada pelo decreto em comento.

Como se percebe, dada a sua especificidade, por certo o Decreto 7.962 facilitará a defesa dos direitos dos consumidores que contratarem eletronicamente. Contudo, se a sua aplicação não for associada à execução de medidas fiscalizadoras, capazes de proteger coletivamente os consumidores, por meio da rápida identificação da ofensa e da aplicação de sanções ao ofensor, pouco adiantará. Afinal, o CDC, que está em vigor desde 1990, é muito detalhado e claro quanto aos direitos dos consumidores e, não obstante, o Judiciário está abarrotado de ações decorrentes de ofensas a esses direitos. A conclusão inarredável a que se chega é, pois, que a publicação do decreto aqui tratado é um avanço, mas não será suficiente, por si só, para a efetiva proteção do consumidor e para a redução de conflitos.


Uma suposta briga entre um casal que se conheceu pela internet terminou em caso de polícia nesta segunda-feira em Belo Horizonte. O caso envolve uma norte-americana de 52 anos que veio a capital mineira se encontrar com um belo-horizontino de 57 que conheceu pela internet. A briga ocorreu no apartamento do homem, na Savassi.

web

De acordo com o cabo Elói, da 4ª Companhia do 1º Batalhão da Polícia Militar, a briga ocorreu por volta das 13h em um imóvel na Rua Santa Rita Durão. “Eles tiveram uma discussão e acabaram se agredindo mutuamente. Os dois estão com lesões leves. O que sabemos por enquanto é que eles se conheceram pelo Facebook e ela veio para cá no último dia 6, ficando hospedada na casa dele”, conta o policial.

Os motivos da briga ainda não estão claros para os policiais. “Ela não fala nada de português. O homem disse que depois de recebê-la percebeu que ela tem algum problema mental, porque toma vários remédios controlados”, conta o cabo Elói.

Os policiais tiveram dificuldade de encontrar o homem, que teria deixado a mulher no apartamento e ido para a casa dos pais, que também moram na Savassi. Ele disse aos policiais que a discussão com a americana teria começado porque ele tentou obrigá-la a antecipar a volta para os Estados Unidos, preocupado com o comportamento dela.

O casal foi levado, primeiramente, para o Comando Geral da PM e depois seguiria para a delegacia de mulheres. A princípio, o homem foi detido por agressão.

FONTE: Estado de Minas.



%d blogueiros gostam disto: