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Advogado compra vaca e porco para facilitar partilha em divórcio de cliente

Animais eram os últimos bens a serem negociados pelo ex-casal, em Goiás.
Defensor pagou R$ 1.350 pelos bichos e resolveu impasse de quase 3 anos.

Advogado Nilson Spíndola comprou vaca e porco para facilitar partilha de bens em divórcio Goiás Niquelânidia (Foto: Reprodução/Wagner  Soares)Advogado comprou vaca e porco para facilitar partilha de bens em divórcio

Após quase três anos tentando definir uma partilha de bens que agradasse seu o cliente e a ex-esposa dele, o advogado Nilson Ribeiro Spíndola conseguiu pôr fim ao impasse comprando uma vaca e um porco da mulher. Os animais eram os últimos bens a serem negociados para finalizar o divórcio do casal, que viveu junto por 21 anos, em Niquelândia, no norte de Goiás.

A decisão foi tomada durante uma audiência de instrução e julgamento. Após quase duas horas tentando uma divisão, o juiz que presidia a sessão, Fernando Ribeiro de Oliviera, sugeriu ao defensor que comprasse os animais para resolver a questão. O advogado aceitou, pagando à mulher R$ 1.350 pelos bichos e finalizando o processo de divórcio. O casal não pode mais recorrer da decisão.

Spíndola relata que o seu cliente o procurou pedindo ajuda para se divorciar, já que não tinha recursos para pagar um advogado. Ele conta que decidiu aceitar a causa sem cobrar os honorários porque o homem é de origem humilde. No entanto, o cliente e a ex-mulher não conseguiam aceitar nenhum acordo para dividir os bens.

“Juntos ,eles tinham uma casa de pau a pique, um saco de farinha, 15 galinhas, uma antena parabólica, uma égua, 50 pés de guariroba, um triturador, um cachorro, uma vaca e um porco. Eles viviam discutindo sobre essas coisas, porque a mulher se mudou para a área urbana e não podia levar os animais, mas não abria mão da sua parte. Ao mesmo tempo, o meu cliente não conseguiria pagar por toda a parte dela”, relatou ao G1.

O advogado conta que as discussões se arrastaram por quase três anos, até que conseguiram marcar uma audiência de instrução e julgamento, que aconteceu na última terça-feira (14). Eles ficaram quase duas horas discutindo sobre a partilha de bens, até que o homem aceitou pagar, em 30 meses, a maior parte dos bens da ex-esposa, o que, junto com a pensão que ele pagará para a filha de 17 anos, dá R$ 200 por mês. Ainda assim, uma vaca e um porco ficaram fora do acordo.

“Esses dois animais ele não tinha condições de pagar. Foi então que o juiz sugeriu que eu comprasse. Para acabar com a discussão dos dois e encerrar esse divórcio eu aceitei. Os dois saíram satisfeitos e resolvemos mais um litígio. Eu também fiquei realizado de poder solucionar esse caso, me senti bem de poder ajudá-los. Às vezes, atos como esse evitam até problemas maiores”, relatou.

Porco e vaca foram comprados por advogado para facilitar partilha de bens em Niquelândia Goiás (Foto: Nilson Spíndola/Arquivo pessoal)
Porco e vaca foram comprados por advogado para facilitar divórcio 

Os animais que o advogado comprou devem continuar com o cliente. Spíndola disse que vai aguardar até o que o homem tenha melhores condições financeiras para buscar a vaca. “Ele precisa do leite que a vaca dá para vender, então vou deixar com ele até ele conseguir outra. O porco vou deixar com ele mesmo”, contou.

Segunda vez
O advogado contou que não foi a primeira vez que ajudou um cliente financeiramente para facilitar um acordo com outra parte. Segundo ele, em outra situação, ele deu um desconto de R$ 1 mil nos seus honorários para que o cliente pudesse pagar à ex-esposa parte de um terreno que os dois precisavam dividir durante o divórcio.

“A mulher pediu R$ 28 mil na parte dela e ele já tinha se disposto a pagar R$ 25 mil, mas não conseguiria completar o que faltava. Eu cobrei R$ 1 mil a menos para que ele pudesse usar no pagamento do terreno. Quando as partes se apegam às pequenas coisas, às vezes é preciso fazer isso para solucionar”, contou.

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FONTE: G1.


Resultado de uma história que começou no Império, trecho de 12 quilômetros de largura por 142 quilômetros de extensão foi adquirido pelo governo mineiro em 1910, abrindo uma saída para o litoral baiano

 (Fotos: Beto Novaes/EM/D.a press)

Parte da cidade histórica de Caravelas, suas praias, mangues e comunidades de pescadores estão na faixa que teria passado ao domínio mineiro durante liquidação de instituição financeira

 (Fotos: Beto Novaes/EM/D.a press)

Caravelas (BA) – Minas Gerais tem mar? Não apenas os livros de geografia, como o próprio senso comum afirmam, categoricamente: “Não”. Mas a história pode reservar uma outra resposta a essa pergunta, aparentemente sem nexo. Um pedaço de terra na Bahia, com 142 quilômetros de extensão por 12 quilômetros de largura , pode ser patrimônio mineiro – a abertura do estado para o Atlântico – desde 1910. Trata-se de um trecho que começa na divisa dos municípios de Serra dos Aimorés (MG) e Mucuri (BA) e termina no mar, em um filete de chão que inclui parte da cidade histórica de Caravelas e seus dois distritos: Ponta de Areia e Barra de Caravelas.
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O assunto é polêmico e tem início com a história da Baiminas, a ferrovia que ligou Ponta de Areia (BA) a Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha. Inaugurada em 1881, a estrada de ferro seria desativada em 1966. Para incentivar a construção da linha pela iniciativa privada, dom Pedro II (1825-1891) concedeu à Companhia de Estrada de Ferro Bahia e Minas seis quilômetros de terras devolutas em cada uma das margens dos trilhos.
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A empresa enfrentou dificuldade financeira no fim daquela década e hipotecou as terras ao Banco de Crédito Real do Brasil. Em 1908, já proclamada a República, a instituição financeira executou a dívida. Dois anos depois, quando foi a vez de o banco entrar em liquidação forçada, o governo de Minas adquiriu as terras em escritura de cessão de crédito e transferência de direito. O pagamento foi por meio de títulos da dívida pública.
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Por algum motivo, contudo, Minas jamais explorou as terras. O assunto permaneceu no esquecimento por quase quatro décadas. Apenas em 1948, o então advogado-geral do estado, Darcy Bessone, alertou o governador Milton Campos (1900-1972) sobre o possível mar de Minas. Dias depois, o então secretário de Finanças, Magalhães Pinto, fez o mesmo.
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“Senhor governador, tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossa Excelência o presente processo relativo ao domínio do estado sobre terras marginais da estrada de ferro Bahia-Minas, no qual se encontra cópia do parecer emitido pelo doutor advogado-geral do estado, pedindo a Vossa Excelência deliberar sobre a orientação que se deva imprimir ao caso”, escreveu Magalhães Pinto na época.
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O chefe do Executivo determinou ao advogado-geral que encaminhasse um expediente ao seu congênere na Bahia. A ordem foi cumprida em 1949: “Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossa Excelência os inclusos documentos relativos a terras marginais da Bahia-Minas, de propriedade deste estado (Minas). (…) Como vê Vossa Excelência, exclui-se do domínio desse estado (Bahia), ao qual não se contesta, todavia, o poder jurisdicional resultante dos limites que o separam do território mineiro”.
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O assunto veio a público na década de 1970, em matéria da revista O Cruzeiro, assinada pelo então repórter Fernando Brant (1946-2015), que viria a se tornar o principal compositor de músicas interpretadas por Milton Nascimento. Em seu texto, Brant informava que o ofício encaminhado pelo advogado-geral de Minas aguardava resposta do colega baiano havia, então, quase 25 anos. Procurado pelo Estado de Minas, o governo baiano informou que procuraria o documento para emitir uma resposta. Porém, não se manifestou até o fechamento desta edição.
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Mas se os questionamentos sobre a saída mineira para o mar foram em vão, a viagem de Brant para apurar a matéria teve muito mais proveito do que apenas a reportagem publicada em O Cruzeiro. A partir dela, veio a inspiração para que o compositor escrevesse a canção Ponta de Areia, cujos versos iniciais ocupam o alto desta página.
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A música agrada aos ouvidos do pescador Manoel da Silva, de 45 anos. Mas ele é taxativo quanto à sua naturalidade: baiano. “Nasci em Caravelas e moro em Ponta de Areia. Aqui vai ser sempre Bahia. Contudo, sou é Flamengo”, brinca o homem.
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Apesar da convicção do pescador baiano, Brant entendeu de maneira diferente: “É apenas um fiapo no mapa, mas é o quanto basta para Minas. Um fio de linha, uma modesta e tímida maneira de se chegar ao mar. O direito real é aclarado pelos documentos; falta a posse de fato para que o mineiro possa um dia dizer, debaixo das amendoeiras de Grauçá e Aracaré: ‘Olha aí o nosso mar’”.

 

A reportagem de Fernando Brant em O Cruzeiro: inspiração que foi além do texto (Fotos: Beto Novaes/EM/D.a press)

A reportagem de Fernando Brant em O Cruzeiro: inspiração que foi além do texto

De ponto final a ponto de partida
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Todos os anos, uma legião de turistas chega a Caravelas, no Sul da Bahia, e a seus distritos mais famosos: Ponta de Areia e Barra de Caravelas. Entre esses visitantes está uma multidão de mineiros. Além da charmosa arquitetura de origem portuguesa no Centro Histórico da sede do município, fundado em 1503, os povoados são ponto de partida para quem deseja seguir em embarcações para o arquipélago de Abrolhos, famoso pelas piscinas naturais e pelos avistamentos de baleias jubarte.
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Morador de Belo Horizonte, o baiano Jacy Muniz de Almeida, de 92 anos, conhece Caravelas e seus distritos como poucos. “Trabalhei na Baiminas por 20 anos. Fui o chefe da estação daqui. Vivo em BH desde 1981, mas sempre venho passear aqui. Caravelas, Ponta de Areia e Barra de Caravelas são da Bahia”, atesta o ex-ferroviário, enquanto descansa em um dos bancos da praça em frente à Igreja de Santo Antônio, padroeiro de Caravelas.
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O rio homônimo fica a poucos metros do templo. Boa parte da margem é tomada por um mangue que garante aos moradores de Ponta de Areia, sobretudo, farta alimentação, com frutos do mar como caranguejos. O pescador Manoel da Silva sempre está à procura de alguns. “É no rio e no mar que garanto a alimentação da família. Tenho dois garotos e uma moça”, conta o baiano convicto, que sequer sonha se converter à mineiridade.

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FONTE: Estado de Minas.


Wickbold compra concorrente Seven Boys e consolida mais de 20% do mercado

Empresa quer fortalecer os negócios nas regiões Centro-Oeste e Sul do país. Os valores da operação não foram divulgados.

Maria Tereza Correia/EM/D.A Press

A marca de panificação Wickbold anunciou nesta terça-feira a compra da Seven Boys. As tradicionais empresas do ramo alimentício criam agora um conglomerado de elevado valor econômico, consolidando a segunda colocação com mais de 20% de participação no mercado brasileiro de pães industrializados.
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De acordo com a Wickbold, o forte posicionamento das marcas nas respectivas áreas de atuação e a complementaridade do portfólio de negócios foram decisivos para a transação, que foi liquidada na última segunda-feira, depois da formalização de um contrato vinculante firmado em 2014, com valores não divulgados.

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Segundo comunicado da empresa, a compra da Seven Boys, empresa que há 50 anos disputa a liderança no segmento, fortalece os negócios da Wickbold e supre a alta demanda nas regiões Centro-Oeste e Sul do país, complementando a expansão geográfica e das bases produtivas.
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“Existe uma grande lógica geográfica e mercadológica na aquisição, pois a Seven Boys possui duas unidades fabris, uma no Rio Grande do Sul e outra em Minas Gerais, o que permite o crescimento da Wickbold nestas regiões e adjacências. Com a ação é possível também pensar em intensificar a venda de produtos Seven Boys em áreas atendidas pela Wickbold fazendo uso de nossas plantas e linhas atuais. Uma união estratégica que fortalece ambas as marcas e consolida a expansão territorial da empresa”, esclarece o presidente da Wickbold, Fabio Medeiros.
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Com esse investimento, a Wickbold informou que também fortalece o portfólio de produtos. Enquanto a Seven Boys é referência de qualidade em pães brancos, com as linhas Forma, Bisnaga e Lanches, a Wickbold mantém o foco na produção de pães especiais, levando ao mercado produtos pioneiros, inovadores e exclusivos.
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Modelo de gestão
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Em nota, a Wickbold informou que a aquisição é um marco para a companhia, após implementação do novo modelo de gestão, que após 77 anos capitaneada por membros da família, passou pelo processo de profissionalização. “Todo o processo de transição, levado a efeito por anos, culminou na contratação do presidente Fabio Medeiros e de uma nova diretoria que, de forma absolutamente inédita no mercado, conviveram com os antigos diretores membros da família por um período de transição e adaptação de dois anos. A família Wickbold deixou em definitivo seus papéis no comando da companhia no início de 2015 para atuar de forma mais estratégica no conselho, levando sua experiência para as diferentes áreas da empresa”.
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Como resultado do novo modelo de gestão, a Wickbold se apresenta ao mercado com expansão da capacidade produtiva e a recente compra da Seven Boys. “Toda aquisição é um grande desafio, mas hoje a companhia está mais do que nunca apta e pronta para alavancar e capturar o valor gerado deste movimento, o qual foi preparado e desenhado com muita cautela”, afirma o presidente.
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Com 77 anos de atuação no setor de panificação, a Wickbold tem capital 100% nacional e está entre as três maiores fabricantes de pães industrializados do país. São quatro unidades fabris e nove unidades de distribuição no Brasil, que comercializam produtos em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal.

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FONTE: Estado de Minas.


Vídeo compromete J. Baptista: “Faz outro”, teria dito a vascaíno

Uma cena da partida entre Vasco e Cruzeiro, que terminou com vitória do clube carioca por 2 a 1, na noite deste sábado, chamou a atenção de internautas e causou enorme discussão nas redes sociais minutos após a partida. No trecho, quando o placar marcava 2 a 0 o meia Júlio Baptista, do Cruzeiro, aparece dizendo o que parece ser “faz logo outro” ao zagueiro Cris, do Vasco.

Por conta do enquadramento da imagem, não é possível ver se havia outro jogador atrás ou ao lado do zagueiro Cris, para quem a mensagem teria sido endereçada. Depois da partida, Júlio Baptista se explicou:

“A gente estava discutindo, e ele falou para amaciar. “Vai, amacia!’. Falei: “Vai lá e faz o terceiro”. São coisas do jogo, que acontecem. Poderiam pegar a frase inteira, mas pegaram só o momento em que falei “faz o terceiro”. As pessoas podem interpretar de qualquer forma, que a gente está tentando amaciar, mas em nenhum momento isso aconteceu, tanto que tentamos fazer o segundo gol. O primeiro foi feito, o segundo não conseguimos fazer. Infelizmente acabamos perdendo o jogo”, disse, em entrevista.

O Vasco não fez outro gol na partida, mas terminou o confronto com vitória por 2 a 1. Antes do início da rodada, o clube carioca marcava mais de 85% de probabilidade de rebaixamento segundo o site Chance de Gol. O Cruzeiro já é campeão brasileiro, comemorou o título com antecedência e apenas cumpre o calendário até o fim do campeonato.

Depois da vitória, chegou a 41 pontos e manteve a esperança de se manter na Série A em 2014. O clube ainda joga contra Náutico e Atlético-PR nas duas próximas rodadas.

O técnico vascaíno Adilson Batista negou qualquer possibilidade de o Cruzeiro ter facilitado a vitória vascaína, em possível ajuda contra o rebaixamento.

“Não vejo por esse lado [Cruzeiro facilitar para o Vasco]. É preciso ressaltar o mérito do nosso time também. Jogamos bem. Acredito que o Júlio possa ter falado isso com outro sentido. Quando ele entrou, nós tivemos duas oportunidades claras e não fizemos. Então, ele fala algo como ‘po, vocês não vão fazer outro’. É algo normal. O que ocorre é que o Cruzeiro já está pensando em 2014, e nós estamos diante de partidas decisivas”

Jogadores do Vasco comemoram o gol marcado por Thalles, que abriu o placar na partida contra o Cruzeiro


Preso com carro roubado diz que usou dinheiro do auxílio-reclusão para comprar o veículo

Com passagens pela polícia por roubo, receptação, tráfico de drogas e porte ilegal de armas, homem disse que a esposa guardou o dinheiro que recebeu enquanto ele cumpria pena

Auxílio

Os oito meses em que ficou preso serviram para que Davidson Santos Maia de Lima, de 26 anos, comprasse um carro. Foi o que ele disse aos policiais militares que o prenderam na noite desta quinta-feira em Contagem, na Grande BH. Ele foi flagrado em um carro roubado e afirmou ter comprado o veículo com o valor do auxílio-reclusão pago à esposa dele enquanto cumpria pena por receptação.

Davidson foi abordado quando saía da favela do Marimbondo, no Bairro Santa Cruz Industrial. Ele estava em um Peugeot 408 prata, com placa de Governador Valadares. Os militares sabiam que um veículo semelhante havia sido roubado há duas semanas e decidiram verificar a situação.

A placa do carro foi clonada, segundo a PM. Dentro do veículo os militares encontraram uma porção de maconha, dois relógios e um celular. Davidson disse que os aparelhos são dele e contou ter comprado o carro na chamada Feira da Toshiba, em Contagem, local conhecido como ponto de venda de produtos roubados.

O rapaz tem três filhos pequenos e é casado. Ele afirmou que a mulher juntou cerca de R$ 7 mil com o auxílio-reclusão que lhe fora pago pelo Estado durante o período em que ficou preso. Ele deixou a cadeia há cinco meses, beneficiado por um habeas corpus. Segundo a PM, Davidson ainda tem passagens pela polícia por roubo, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. O veículo foi apreendido e Davidson levado para a delegacia de plantão.

Conforme informações disponíveis no site da Previdência Social, o valor do auxílio-reclusão mensal em 2012 era de R$ 915,05 e em janeiro de 2013 passou para R$ 971,78.

FONTE: Estado de Minas.



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