Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Suspeita de corrupção, mulher acusa cobra de ter comido 100 mil dólares

Ela e outros cinco funcionários são acusados de terem desviado recursos destinados a universidades

Uma funcionária pública nigeriana que assegurou que uma cobra havia comido 100.000 dólares de dinheiro público foi finalmente acusada de desvio de fundos neste sexta-feira (31), após um processo aberto pela agência nacional anticorrupção.

Philomina Chieshe, contadora do ministério regional de Educação do Estado de Benue (centro), compareceu junto com cinco outros acusados à Alta Corte de Abuja, declarou a Comissão de delitos econômicos e financeiros (EFCC).

Esses funcionários Estado de Benue foram detidos em 2018 sob suspeita de ter ficado com 35 milhões de nairas (97.500 dólares) destinados às universidades. Um caso não muito raro na Nigéria, país bastante atingido pela corrupção.

“O caso Chieshe começou a despertar suspeitas quando a acusada fez a afirmação de que uma misteriosa cobra que engoliu 35 milhões de nairas”, explicou o EFCC em comunicado.

Cobra

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FONTE: O Tempo.


Menino de um ano mata cobra com mordida no RS

Assustados, os pais levaram a criança ao hospital, mas descobriram que não se tratava de um animal peçonhento

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Criança matou o animal com uma mordida
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Uma criança, de um ano de idade, por pouco não foi vítima de uma tragédia. Em Mostardas, no Rio Grande do Sul, Lorenzo apareceu com uma cobra na sala de sua casa. Pior: com o animal na boca. O susto da mãe, Jaine Figueira, foi grande, já que ela não sabia se o réptil era venenoso.
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“Percebi que ele estava muito quietinho e fui ver se alguma coisa havia acontecido. Mas ele já estava na sala, e com a cobra na boca, mordendo ela”, disse Figueira ao portal ClicRBS.
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Logo depois de tirarem a cobra da posse do menino – que chegou a chorar por querer continuar brincando com o animal – o levaram para o hospital, onde passou por exames e foi liberado.
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O réptil acabou morrendo, mas levado ao centro para análise. A família suspeitava de se tratar de uma jararaca, mas segundo reportagem do portal gaúcho, os técnicos do Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul (CIT-RS), informaram que precisaria de mais detalhes para confirmar a espécia, mas que não se tratava de uma jararaca, que é peçonhenta.

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FONTE: O Tempo.


Homem vende cachaça à base de cobra, escorpião e aranha na Bahia

Djalma das Cobras, como é conhecido, mantém negócio há quase 30 anos.
Bar do comerciante fica no município de Serrinha, no nordeste da Bahia.

Djalma das Cobras mantém o bar há cerca de 30 anos (Foto: Raimundo Mascarenhas / Calila Noticias)Djalma das Cobras mantém o bar há cerca de 30 anos

Inspirado no avô, Djalma Carneiro Batista, de 44 anos, abriu um bar no Mercado Municipal de Serrinha, a 200 quilômetros de Salvador, no nordeste da Bahia. Tradicionais nos botequins, as cervejas e espetos de churrasco integram o cardápio do espaço, mas estão longe de serem os itens mais procurados. Em garrafas de vidro ou de plástico, cachaças mantidas com cobras, aranhas e escorpiões são os aperitivos que mais fazem sucesso.

Djalma vende chaçada com aranha imersa (Foto: Raimundo Mascarenhas / Calila Noticias)Djalma vende chaçada com aranha imersa

“Tem gente que diz que bebe e fica curado de doenças. Tem gente que diz que é afrodisíaco. Só sei que o povo gosta”, detalha ‘Djalma das Cobras’, como é conhecido entre moradores e clientes. O comerciante tem variedade. Além de serpentes como salamanta, coral, corre-campo, malha de traíra, jiboia e pipó, também mantém mergulhados na cachaça aranha caranguejeira, escorpião, teiú e calango verde.

Djalma conta que a maioria dos animais foi herdada do avô, que também embebia os bichos em cachaça e vendia para os clientes. “Esses animais eu usei mais do meu avô. Ele tinha uma budega no bairro do Bomba e eu trouxe [os frascos com os] animais para cá. A maioria tem uns 55 anos. Outros devem ter uns 35”, estima.

O avô de Djalma morreu pouco após a abertura do bar do neto, há quase 30 anos. Os animais caçados por ele, entretanto, ainda dão sabor às bebidas daqueles que apreciam cachaça no município. “Costumam dar um gosto de peixe”, detalha sobre a mistura do álcool com os bichos. “Até hoje, nunca ninguém reclamou ou se sentiu mal. Isso eu garanto”, completa.

Tem gente que diz que bebe e fica curado de doenças. Tem gente que diz que é afrodisíaco. Só sei que o povo gosta.
Djalma Carneiro Batista

O médico e toxicologista Daniel Rebouças, diretor do Centro Antiveneno da Bahia (Ciave), informa que as pessoas que consomem bebidas à base dos animais citados não correm risco de envenenamento. Entretanto, podem ser acometidos de infecção gastrointestinal. “O álcool neutraliza [o veneno], mas o animal pode estar apodrecido e transmitir alguma contaminação”, detalha.

Em caso de contaminação, Rebouças detalha que a pessoa que ingere a bebida pode sentir dor abdominal, diarréia, mal estar e febre. “O efeito pode ser maléfico”, garante. Além dos riscos, o toxicologista afirma que esse tipo venda é ilegal. “Não é permitida essa comercialização no país e isso deve ser fiscalizado pela Vigilância Sanitária”, afirma.

Casado e pai de quatro filhos, ‘Djalma das Cobras’ diz que é chamado de doido pela esposa. Entretanto, diz que tem amor pelo comércio que mantém há quase três décadas. “Meu filho até me ajuda. É o seguinte: quem bebe fica impressionado. Enquanto estiver dando certo, vou continuar [com o negócio]”, promete.

FONTE: G1.


De porta e coração abertos
Receber um pet em casa significa estar preparado para dar toda a atenção e cuidado

Veterinário José Geraldo Lasmar diz que o animal precisa ter um  lugar que identifique como seu para sentir que ali é seu refúgio (Cristina Horta/EM/D.A Press)Veterinário José Geraldo Lasmar diz que o animal precisa ter um lugar que identifique como seu para sentir que ali é seu refúgio

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Assim como se prepara a casa para uma criança, a chegada de um animal de estimação também exige cuidados: é preciso dar segurança e conforto ao novo morador, o que pode demandar menor ou maior investimento, dependendo do bichinho escolhido. Não se cria peixe sem aquário, passarinho sem gaiola, gato sem caixa higiênica e cachorro sem coleira. Mas a chegada do pet, tão sonhada em alguns casos, vai muito além de onde ele vai dormir. Animal de estimação é sinônimo de compromisso, a partir daquele momento um novo ser depende de você. E para sempre, porque cachorro algum vai querer sair de casa quando crescer.
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É preciso preparar a casa, mas também a cabeça. Cachorros, ao contrário dos gatos, que instintivamente procuram suas caixas de areia, não aprendem a fazer suas necessidades no lugar certo de um dia pro outro. “É preciso lembrar que se trata de um filhote e que ele não vai aprender onde fazer xixi e cocô sem muita paciência do dono. É preciso demarcar o local, com jornal ou fralda própria, pingar um atrativo ou a própria urina do animal, pois ele sente o cheiro e volta ao local para repetir o ato”, alerta o veterinário José Lasmar, da Bom Garoto Pet Shop e Clínica Veterinária Gutierrez. 
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Segundo José Lasmar, alguns itens básicos devem ser providenciados desde o início, caso de uma cama ou caixinha (tipo iglu), de material lavável, para facilitar a limpeza. Para os maiores a cama é o ideal, enquanto a caixinha vai bem para os de pelo curto, por sentirem mais frio. Nesse caso, pode também ser uma cama com edredon. Lasmar defende sua importância mesmo em casas onde os cães podem dormir nas camas ou sofás dos donos. “É ideal que ele tenha um lugar que identifique como seu, para que sinta que ali é seu refúgio.”
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Também é preciso providenciar recipiente para água e ração, coleira com identificação e guia leve, escova de dente e brinquedos. Para Lasmar, os passeios com animais são essenciais e devem começar cedo. “Muitos veterinários defendem que o cão só saia para passeios após a vacinação completa, que termina aos cinco ou seis meses. Sou contra. Acho que assim ele já está deixando se ser um filhote e perdeu o tempo de socialização, o que pode torná-lo um cão nervoso ou medroso. Além disso, o sistema imunológico precisa de desafios, o que não ocorre quando se mantém o animal sem contato com vírus e bactérias.”
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ADOTADA Raquel Dutra, de 35 anos, passeia com Amora todos os dias. Ter um cachorrinho em casa era um sonho para a atriz e dubladora que, na infância, no interior, teve não só cães, mas também gato, pato, coelho e passarinho. “Ela tem 3 anos e corre muito. Sempre a perco de vista. Aqui no bairro todos sabem seu nome, de tanto que corro atrás gritando, porque tenho tentado adestrá-la para andar sem coleira e na calçada. Eles a veem e dizem: ‘Lá vem Amora’. Uma vizinha até sugeriu que a chamasse de Lola, em referência ao filme Corra, Lola, corra, porque ela só para quando encontra um ossinho.”
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Moradora de apartamento, Raquel, acostumada a cães de guarda, criados fora de casa, queria um cachorro de cama e sofá. Evitou por temer que o espaço restrito fosse ruim para o bichinho, mas ao ver tantos cães adaptados à vida doméstica, arriscou. Os bassets, “linguicinhas”, são sua raça preferida, mas, com tantos animais precisando de adoção, não teve coragem de comprar. Amora é uma vira-lata, que pegou com uma cuidadora da ONG Cão Viver. “Ela chegou assustada e magrinha. Até hoje o temperamento é temeroso, desconfiado. No entanto, é meiga e calma.”
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Já os gatos, de atitude mais vertical, têm outras demandas. Não precisam de caminhadas pelo bairro, mas não vivem sem um arranhador. Economizar nesse item pode sair mais caro, pois eles vão matar a vontade nos móveis da casa. Também requerem brinquedos próprios, de preferência que permitam ocupar espaços mais altos. Esse mesmo hábito exige cuidados como proteger janelas, para que não pulem, e retirar tudo que pode cair nesses passeios adorados pelos “bichanos”. Lasmar também chama a atenção para não deixar no chão qualquer coisa que os bichos possam engolir. 
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Antes que o bichinho chegue a casa, sua comida precisa estar garantida. Pensando nos cachorros, os pets mais comuns, em relação à qualidade elas se dividem em quatro grupos: A, B, C e D. “Escolhe-se de acordo com o que se está disposto a pagar”, explica Lasmar. Elas também se agrupam em relação à idade. Até um ano, deve-se usar a de filhote, depois disso, a de adulto. A partir dos 8 anos, o ideal é a de idoso. Rações especiais só devem ser adotadas segundo orientação do veterinário, que também indicará o tamanho da porção diária.

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Cobra em casa
Animal que não demanda muitos cuidados é uma opção diferente

Jiboia arco-íris da caatinga é liberada para criação (Edésio Ferreira/EM/D.A Press)

Jiboia arco-íris

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Um animal de estimação que não suje a casa, não precise de carinho o tempo todo, seja alimentado apenas duas vezes por mês e não faça barulho é o sonho de todas as pessoas que amam pets, mas não têm tempo de dar atenção a eles e prezam por uma casa organizada. Mas e se esse bichinho for uma cobra? Esse foi o conflito que o geógrafo Iran Alencar Carvalho Filho passou, ao levar, em 2011, uma jiboia arco-íris para casa, onde mora com sua mãe e a avó. Depois de quase quatro anos, elas se acostumaram com o pet. 
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Para ter uma cobra, é necessário documentação. O animal vem com microchip e nota fiscal. Segundo o biólogo Tiago Lima, sócio-diretor da Jiboias do Brasil, a lei brasileira permite que apenas duas espécies sejam liberadas para o comércio: a jiboia arco-íris e a jiboia comum. O preço pode variar de R$ 2 mil a R$ 5 mil. Porém, ele garante que o valor investido compensa.

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Elas gostam de chamego
Calopsitas podem ser criadas em gaiola ou ficar soltas pela casa

Criador de calopsitas, Alberto Petrillo diz que é preciso estabelecer contato com a ave desde cedo (Beto Novaes/EM/D.A Press-3/4/15)

 

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Os animais de estimação são ótimos companheiros para o dia a dia. Para aqueles que querem ter um pet que goste de dar e receber carinho, a dica é ter calopsitas. Elas são totalmente dependentes da atenção dos humanos e, assim como qualquer outro pet, precisam de cuidados especiais, como alimentação balanceada, higienização e, antes de mais nada, muito amor. Essa espécie vive cerca de 25 anos e pode custar até R$ 300, dependendo do sexo. Mesmo não precisando de ir ao veterinário com frequência, como outros pets, elas precisam ser vermifugadas anualmente.
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De origem australiana, a ave pode ser criada em gaiola fechada, ou pode ficar solta passeando nos móveis da casa, desde que esteja sempre acompanhada do dono. De acordo com o criador de calopsitas Alberto Petrillo, para ter o pássaro manso e domesticado, é necessário comprá-lo ainda filhote. “É preciso que o dono estabeleça um contato direto com o pássaro desde cedo. O ideal é manusear bastante e dar a papinha pela seringa, mas, depois de adulto, apesar de ele já se alimentar sozinho, é preciso que o contato e a atenção continuem. Dessa forma, a ave cria um vínculo de confiança com o dono e dificilmente se tornará um pássaro bravo”, destaca.
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Para manter uma calopsita saudável, Alberto recomenda uma alimentação rica em vários tipos de nutrientes. Existem no mercado rações específicas para a espécie. “Elas amam alpiste e semente de girassol. Com a ração, alcançam os níveis de vitaminas, sais minerais e outros nutrientes necessários”, afirma. Outros alimentos que podem ser oferecidos ao pássaro são beterraba, cenoura e milho. 
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Além da alimentação, o local de moradia precisa ser adequado para a espécie. Quando a pessoa não pretende criar o pássaro solto, deve oferecer espaço adequado para que ele consiga se movimentar sem ficar apertado e possa fazer voos curtos. 
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Apaixonado por animais desde a infância, Jairo Leitte tem um casal que reproduz com frequência, além de dois filhotes que saíram do ninho há menos de um mês. “Elas são muito dóceis, gostam de atenção e não vivem sozinhas.”

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Animal de personalidade
Felinos carinhosos não dão trabalho para o dono

 

 (Letícia Martinez Matos/Divulgação)

 

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O primeiro passo para quem decide conviver com um gato é entender que ele não é cachorro. As pessoas que buscam um bichinho de estimação e que têm a carência dos cães como parâmetro estranham quando começam a conviver com um animal de tanta personalidade. Os gatos são companheiros e amorosos, mas dão carinho quando querem, como querem e, principalmente, no momento que for mais adequado para eles. Não ouse interromper o sagrado soninho.
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“É preciso ter consciência de que é um ser vivo e, ao contrário do que dizem, o gato é um animal extremamente dependente do dono, apenas não dá trabalho”, sintetiza a veterinária Luciana Duchamps, da clínica Sr. Gatos. Segundo ela, muita gente se deixa levar pelo impulso, adota e, no primeiro imprevisto, abandona. 
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Estar preparado para cuidar de um gato envolve disposição para mudanças na casa. Eles gostam de sofás, sobem em todos os móveis, passeiam entre as plantas. Quem mora em apartamento, por exemplo, deve colocar telas nas janelas. “Muita gente acha que gato não cai. Mas, se ele vir uma borboleta, ele não cai, ele se atira”, afirma Luciana. Ela diz que somente depois desses cuidados se deve pensar na escolha do animal.

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Existem critérios técnicos. Nenhum deles, no entanto, é mais importante do que você bater o olho e gostar. Tipo amor à primeira vista mesmo. Numa segunda etapa, comece a avaliar a pelagem, procure informações sobre o comportamento dos pais e atualize-se sobre a saúde do bichano.
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Em relação à pelagem, a veterinária Myrian Iser, da clínica Gato Leão Dourado, afirma que isso varia de acordo com o gosto pessoal. “Em alguns casos, os gatos de pelos longos, quando a limpeza não é adequada, podem apresentar pelos embolados, o que, em última instância, exige uma tosa.”
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Não existem tantas diferenças de atitude entre machos e fêmeas. As moças costumam ser menores e, se não forem castradas, dão trabalho no cio. Já os machos adoram dar voltas nas redondezas para marcar seu território.

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Sempre no pique
Hamsters são boa pedida para quem chega em casa à noite e quer um bichinho para brincar

A veterinária Marcela Ortiz apresenta um hamster anão russo  (Euler Júnior/EM/D.A Press)

Hamster anão russo

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De hábito noturno, eles são opção para quem passa o dia fora, mas não abre mão de um animalzinho. Ao chegar a casa, o  bichinho estará no maior pique,  correndo sem parar em sua rodinha de exercícios. Não ouse deixar um hamster sem ela. Ele também precisa desgastar os dentes, que crescem constantemente. Ração e brinquedos próprios ajudam. 

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Da classe dos roedores, tal como a chinchila, o porquinho- da-índia, o esquilo-da-mongólia, o topolino, os ratos e camundongos, os hamsters vivem no máximo dois anos.  Se o apego é muito grande, é bom considerar essa questão ao escolher o pet. Segundo a veterinária da Animalle Marcela Ortiz, especialista em animais silvestres e exóticos, no Brasil, é comum achar três espécies: o sírio, de maior porte; o chinês e o anão russo. Todos são carismáticos e de custo baixo, mas  o kit necessário para criá-los exige um investimento na faixa de R$ 200. É imprescindível uma gaiola própria para hamster, com a rodinha, pois ele passa a noite correndo. Para evitar barulho, há opções de acrílico, mais silenciosas. Eles também gostam de entrar em canos, que lembram suas tocas.

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Também é necessário   serragem, bebedouro em forma de chupeta e coxinho para a ração. Há, no mercado, mix de sementes, mas, segundo Marcela, elas não têm as vitaminas necessárias. Também são gordurosas e moles, não ajudando no desgaste dos dentes. O ideal é a ração extrusada, própria para hamster, em forma de palet e equilibrada.

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O contato do dono com o hamster deve começar cedo. É importante que ele seja colocado na mão para se acostumar. As crianças devem fazê-lo com supervisão, porque o bichinho  é ágil e frágil e, se cair, pode se machucar facilmente. “Tenho clientes que chegam a casa e assistem à TV com o bichinho na mão”, conta.  Territorialistas, só aceitam outro na gaiola se forem criados assim desde cedo. E, nesse caso, é bom que sejam de sexos diferentes. Um casal vai significar uma ninhada atrás da outra.

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Peixes
Qual a espécie ideal?
Antes de escolher o tipo, é preciso definir o aquário

 (Aquários Ornamentais/Reprodução da internet).

Muitas pessoas têm desejo de ter um aquário em casa ou no escritório, pois ele é um excelente objeto de decoração. Mas não basta ter o desejo e colocar qualquer peixe dentro de um recipiente de vidro. Um aquário requer cuidados durante a montagem, bem como a escolha dos peixes. Para aqueles que querem ter um aquário e não sabem por onde começar, o aquarista Jockson Melo, graduando de ciências biológicas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), dá algumas dicas.
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“Para os iniciantes, existem peixes e plantas que são mais fáceis de serem cuidados e mantidos. É importante lembrar que os peixes precisam de cuidados básicos para mantê-los confortáveis e saudáveis”, diz o aquarista. Outro fator é o dinheiro que a pessoa está disposta a gastar pela montagem e manutenção do aquário, pois existem tipos e preços diversos. 
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Os filtros são essenciais em todos os aquários, mesmo para aqueles que contenham peixes que conseguem capturar o oxigênio atmosférico, conhecidos como beta. Muitas pessoas colocam esse tipo de peixe em aquários minúsculos, com cerca de 0,5 litro de água, o que é errado. Segundo Jockson Melo, esses peixes necessitam de um aquário que tenha de 30 a 40 litros, e de preferência com vegetação subaquática, filtro compatível com o tamanho, além de termostato para controle da temperatura. Porém, se houver troca regular de água, é possível criar o peixe betta confortavelmente sem o uso do filtro. 
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É importante ressaltar que a melhor forma de escolher os peixes é perguntar para aquaristas mais experientes e também lojistas, que podem ajudá-lo na montagem do aquário.

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DIREITO ANIMAL
Daniela Guimarães Loures, Pós-graduada em direito de empresa pelo Instituto de Educação Continuada da PUC Minas
Meu gato foi atropelado e ficou com sequelas nas patas. O motorista que o atropelou se recusa a bancar o tratamento veterinário. O que devo fazer?
No Brasil, a legislação em caso de atropelamentos de animais é inexistente. A falta de regras específicas que protejam os nossos bichinhos é um problema que precisa ser discutido. O certo é que um animal, por mais dócil e domesticado, ainda tem instintos e agirá impulsivamente diante de determinadas situações. Por essa razão, é obrigação do proprietário zelar pela sua guarda, bem-estar e segurança. Para evitar surpresas, em locais públicos, os cães e gatos devem andar com coleiras ou peitorais. Se o seu gatinho estava na calçada e na guia quando foi atropelado, o motorista é responsável pelo socorro e pode ser acionado judicialmente caso não cumpra com sua obrigação. No entanto, não há como responsabilizá-lo se o gato estava solto pela rua. Seria praticamente impossível evitar o atropelamento de um gato que surgisse inesperadamente na frente de um veículo.


De Pó Royal a Mata Cobra, passando pela Delegata: tem candidato para todo gosto

 

Sem mandato ou dinheiro, mineiros investem em nomes irreverentes para conquistar votos nas urnas

Eles não são conhecidos. Muito menos puxadores de voto. Mas prometem despertar a curiosidade dos eleitores mineiros com nomes criativos e irreverentes nas urnas. Entre os 1.791 candidatos a deputado federal e estadual em Minas, muitos usam a criatividade para não ser apenas mais um nome da disputa eleitoral. Sem o prestígio conferido por um mandato, eles optam por apelidos diferentes para chamar a atenção.

Na eleição para deputado estadual em Minas vão concorrer: Bin Laden (PSB), Terapeuta do Jaleco Cor de Rosa (PROS), Hilda da Maçã do Amor (PSOL), Delegata (PEN), José Acorda Brasil (PTN), Mata Cobra (PCdoB), Hot Hot do Amendoim (PHS), entre outros.

Alguns candidatos têm histórias bem curiosas. Apostando em beleza e sensualidade, a Delegata ficou conhecida em Belo Horizonte por espalhar faixas pela cidade, em 2013, procurando um namorado. Em sua página no Facebook, diz que ainda não arrumou um companheiro, mas comemora as mais de mil curtidas que obteve em seu perfil até a noite de ontem.

Delegata

Luiz Carlos Correia é conhecido em Juiz de Fora como Mata Cobra, e é este o nome que ele quer ver na urna eletrônica. O apelido rendeu até um slogan de campanha. Segundo ele, caso eleito, terá que “matar muitas cobras pelo caminho da política”. Otimista, Mata Cobra espera conquistar mais de 50 mil votos para deputado estadual. Outro exemplo é a Hilda Maça do Amor, que vende a guloseima pelas ruas da cidade de Barbacena.

Os nomes caricatos também aparecem na disputa para deputado federal. Vão concorrer ao pleito: Aécio di Neves (PPS), Palhaço Break (PV), Hie Hie (PTdoB), Geleia (PDT), Mister M (PMDB), Sandro Espantado (PTdoB), Macaco Tião (PTdoB), Pó Royal (PTdoB), Sidenir é a Solução (PPL) e Wanderlei Trouxe a Sorte (PDT). Mister M, por exemplo, era assistente de mágico, e resolveu disputar a eleição com o nome do artista que ficou famoso no programa “Fantástico”, da Rede Globo.

Apelidos pegam. Alguns vereadores de Belo Horizonte e deputados mineiros exercem o mandato com o apelido utilizado nas urnas. No Legislativo municipal trabalham Bim da Ambulância, que tenta uma vaga na Assembleia, Veré da Farmácia, Juninho Los Hermanos, Pelé do Vôlei e Preto, que está no quinto mandato consecutivo.

Regras. Apesar da irreverência, os candidatos não possuem liberdade total de escolha. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas, os “nomes de urna” são enviados ao Ministério Público Estadual (MPE), que verifica se há motivos para impugnação. O MPE informou que cada caso é interpretado individualmente e, segundo as normas, só ocorre impugnação referente à nomenclatura, em casos nos quais se utilizam nomes de órgãos públicos. A lista, que já está registrada no TRE, pode sofrer alterações depois da análise do MPE.

FONTE: O Tempo.


Nova testemunha denuncia o pastor Marcos Pereira e afirma que religioso cobrava cachês a traficantes para pregar em bailes funk

Rio – A ligação do pastor Marcos Pereira com traficantes pode ter ido muito além da ‘salvação espiritual’. Nova denúncia feita ontem à polícia aponta que o religioso teria recebido altos cachês para pregar em bailes funk e que pedia aos criminosos convertidos doações de 10% de tudo o que eles faturaram durante a vida no tráfico para ‘purificar a alma’.

A testemunha que prestou depoimento ontem na Delegacia de Combate às Drogas contou ainda que foi agredida pelo pastor e ameaçada de morte, porque teria namorado uma fiel da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.

Marcos na igreja dele, em São João de Meriti: pura encenação, segundo antigo ajudante do líder religioso


O homem afirmou que trabalhou na igreja e que também chegou a pregar nos bailes das comunidades. Segundo ele, criminosos chegavam a pagar R$ 20 mil pela presença do pastor nos eventos.

Num baile em Acari, a testemunha foi informado por traficante que Marcos teria dito aos bandidos da comunidade que ele era ‘X-9’ (delator).

Segundo o ex-fiel da igreja, ele escapou da morte porque o traficante voltou atrás. “Ele (bandido) disse que ‘o verdadeiro pastor dá a sua vida pelas ovelhas, e não as tira’”, revelou o homem, que saiu da cidade após o fato.

Ainda segundo a testemunha, o pastor agredia crianças que não seguiam a doutrina da igreja. No entanto, na noite de sua prisão, ele levava no Passat (que está registrado em nome da igreja) uma fiel que usava cabelos soltos, o que é contra as normas da Assembleia.

No carro, também havia duas pessoas que seguiriam com Marcos Pereira para apartamento de R$ 8 milhões em Copacabana. Segundo a polícia, o local também era usado para orgias.

Veja também:

DÍZIMO SOBRE RENDA FUTURA

O ‘TRÍZIMO’

FONTE: O Dia.



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