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Voluntários lotam banco de sangue para doação em nome de modelo que teve perna amputada

Paola Antonini Franca Costa, de 20 anos, passou por um procedimento cirúrgico para preparo de coto de amputação para posterior inserção de prótese

 
Reprodução Instagram

Deu certo a campanha nas redes sociais feita pela modelo Paola Antonini Franca Costa, de 20 anos, que teve a perna amputada depois de ser atropelada por um carro na Avenida Raja Gabaglia, no Bairro Luxemburgo, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. De acordo com o Hospital Felício Rocho, 50 pessoas apareceram para doar sangue em nome da jovem, que passou por nova cirurgia esta semana. 

Segundo o boletim médico, foi um procedimento cirúrgico para preparo de coto de amputação para posterior inserção de prótese. A cirurgia transcorreu sem intercorrências. A paciente está recuperando bem e deve ter alta nos próximos dias.

Ontem, o irmão da jovem, Antonio Tadeu França, de 18 anos, já havia adiantado o sucesso da campanha para doação. Segundo ele, Paola é tão querida e admirada por familiares, amigos e seguidores das redes sociais que o apelo pessoal para doação de sangue por meio do Instagram teve ótimo resultado. “Apareceu muita gente para doar sangue. Veio muito gente hoje (ontem), vai vir amanhã e o número ainda vai continuar crescendo”, comentou o irmão. O acidente aconteceu na madrugada de 27 de dezembro. Paola colocava malas no bagageiro quando foi prensada no carro. A motorista pagou fiança de R$ 1,5 mil e foi liberada. Conforme o boletim de ocorrência da PM, o teste do bafômetro indicou 0,53 miligramas por litro de ar expelido dos pulmões, valor considerado crime de trânsito.

Campanha feita pela jovem:

Reprodução Instagram

 Comentários
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 Leandro – 14 de Janeiro às 15:31
Só assim mesmo para as pessoas doarem, pois o ano inteiro o estoque é baixo. Enfim, o que não servir pra moça vai para outras pessoas que precisam o tanto quanto ela.
Débora
Débora – 14 de Janeiro às 14:39
É uma pena saber que se lota um banco de sangue, após uma modelo bonita pedir e quando é outra pessoa, mal mal só conhecidos e amigos doam. A única vantagem é que o sangue doado vai para o banco de sangue, mas está atitude deveria ser uma prática de todos, para que ninguém tivesse que pedir. Enfim, desejo melhoras para ela, mas não por ser bonita, e sim por ter compaixão pela história dela.
braulio
braulio – 14 de Janeiro às 13:57
Constantemente os bancos de sangue e governos incentivam casos de destaques e de comoção para a realização de doações. Eu mesmo constanetemente já doei sangue. Mas seria o ideal que para as coletas houvesse remuneração para os doadores ou um “cadastro positivo” para tais doadores aumentando em muito a disponibilidade nos bancos de sangue
 Rafael
Rafael – 14 de Janeiro às 12:56
essa moça é muito linda! Que ela possa se recuperar rapidamente e se superar com essa dificuldade da melhor forma possível. Que Deus abençoe você e sua família Paola!!!!:)

FONTE: Estado de Minas.


Modelo que teve perna amputada após acidente na Raja Gabaglia passará por nova cirurgia

A jovem usou as redes sociais nesta segunda-feira para pedir doações de sangue. Ela não revelou por qual procedimento terá que submeter

 
Reprodução Facebook

A modelo Paola Antonini Franca Costa, de 20 anos, que teve a perna amputada depois de ser atropelada por um carro na Avenida Raja Gabaglia, no Bairro Luxemburgo, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, vai passar por um novo procedimento cirúrgico nesta terça-feira. Por meio das redes sociais, a jovem, sem falar qual seria a cirurgia que irá fazer, pediu doações de sangue para os amigos. 

Em sua página oficial no Instagram, Paola pediu apoio aos seus seguidores. “Gente, vou passar por mais um processo cirúrgico amanhã. Agradeço muito a quem puder doar (sangue) em meu nome. Muito obrigado pelas mensagens que tenho recebido. Só mais uma etapa agora!. Conto muito com a energia positiva nesse momento! Vamo (Sic.) que vamo (sic.)”, comentou. A doação pode ser de qualquer tipo sanguíneo. 

Logo depois do post, diversos seguidores postaram mensagens de apoio para a modelo. “Estou morrendo de saudades de você minha modelo favorita!!!, disse Daniela_sa. “Vai dar tudo certo @paola_antonini. Deus está contigo. Beijos minha linda”, comentou Rafa_rafinha. “ Vai dar tudo certo princesa!!! Estamos torcendo muito por você”, afirmou Ediadefotografar. Outras pessoas atenderam aos pedidos da jovem e se prontificaram a doar sangue. “Amanhã estarei indo doar para você. Força e fé. Dará tudo certo. Deus está com você”, contou Nathalia Frazão. “Já marquei o meu horário, estou torcendo muito por você! Vai dar tudo certo”, revelou Letfrz. A modelo ficou internada por nove dias no Hospital João XXIII depois de ser atingida por um carro quando colocava as malas no carro na Avenida Raja Gabáglia. O acidente aconteceu na madrugada de 27 de dezembro. Conforme o boletim de ocorrência da PM, a motorista Diandra Lamounier Morais de Melo, de 24 anos, passou pelo teste do bafômetro, que constatou 0,53 miligramas por litro de ar expelido dos pulmões, valor considerado crime de trânsito. Além disso, a condutora foi multada por não portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Testemunhas contaram à Polícia Militar (PM) que Diandra seguia pela Raja Gabáglia (sentido Bairro/Centro) quando, nas proximidades do Hospital Madre Teresa, perdeu o controle da direção e bateu na traseira do Fiat Bravo, que estava estacionado. Paola colocava malas no bagageiro quando o Fiat 500 bateu e foi prensada. Também consta no boletim da PM informações de que o carro estaria em alta velocidade. Diandra foi levada para a delegacia do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran), onde prestou depoimento. Segundo a Polícia Civil, ela pagou fiança de R$ 1,5 mil e foi liberada. Ela foi autuada por crime de trânsito. 

Reprodução InstagramReprodução Instagram

FONTE: Estado de Minas.


 

Para fazer os pés caberem em “Manolos” e “Louboutins”, mulheres pedem até lipoaspiração no dedão

Fazer cirurgias nos pés para que os sapatos de grife caibam melhor pode parecer fútil, e era isso que pensava o médico Ali Sadrieh, dono de uma clínica de cirurgia para pés de Beverly Hills há 13 anos. “As pacientes traziam sapatos que sonhavam em usar”, conta ele, em uma passagem por Nova York para atender pacientes da cidade. “Aparentemente isso é algo bobo, superficial. Mas eu descobri que elas precisam dos sapatos para sua autoconfiança. Eles são parte de sua aparência”.

NYT
Cirurgias estéticas para os pés crescem nos EUA – motivo? Usar os cobiçados sapatos da moda

Para Sadrieh (que estava usando sapatos Gucci feitos sob medida), cirurgia estética dos pés é uma fusão de medicina e conto de fadas. No consultório, você não opera as joanetes: você faz uma cirurgia de Cinderela.

“Eu nunca tinha visto uma paciente pedir por uma correção do hallux valgus com osteotomia e parafuso de fixação”, diz Sadrieh. “Então eu decidi criar um nome que captura o resultado do procedimento, sem todo o latim. E é Cinderela, porque a paciente será capaz de colocar um sapato que antes não cabia, perfeitamente”.

Ele também inventou as cirurgias “Perfect 10!” (encurtamento estético dos dedos dos pés – uma vez feito, diz ele, para uma modelo de 17 anos de idade poder usar os sapatos que sua carreira exigia); “Model T” (alongamento dos dedos do pé); e “Foot Tuck”, um aumento das bolsas de gordura dos pés, que ajuda a suportar os saltos altos.

E ele não é o único médico mudando a cara, por assim dizer, das cirurgia nos pés.

Dr. Neal Blitz, médico especializado em procedimentos estéticos e reconstrutivos nos pés, atende em seu consultório particular em Manhattan, e no Hospital Mount Sinai . Blitz considera os pés “a fronteira final” para aqueles que já fizeram cirurgia plástica no rosto. “Meu consultório ‘explodiu’ por causa de Manolo Blahnik , Christian Louboutin e Nicholas Kirkwood (famosos designers de sapatos)”, ele disse em uma recente entrevista por telefone. “Não há nada como abrir um armário de sapatos que, por anos, foi inacessível a alguém”.

Clique e veja uma galeria de fotos com os pés dos famosos

Dr. Oliver Zong , fundador da NYC Footcare e autoproclamado ” criador do lifting de pé e da dobra do dedo do pé “, corrige rotineiramente problemas como o “pé-salto-alto” (um termo que ele cunhou para descrever um pé deformado que está com a forma de um scarpin) e dedão do Mochileiro (um dedão do pé muito grande, que se destaca como o polegar de um mochileiro pedindo carona) . Recentemente, ele inventou o termo “Toebesity” (algo como obesidade do dedo). Em seu site, um texto piscando promete: “pés de designer para sapatos de grife”.

A estilista Cathy Hardwick passou por uma cirurgia de joanete bilateral com o Dr. Richard Frankel, fundador do da clínica Park 56, em 2008. “Ele não queria operar, era tão pouco” ela disse sobre a joanete. Mas, ela acrescenta, “era feio, e doía quando eu usava certos sapatos”. Alguns anos depois, ela operou. “Meu pé está perfeito agora . E eu posso usar sandálias que eu não poderia usar antes”.

Não é incomum que os pacientes entrem no Instituto Beauté, da Dra. Suzanne Levine, com uma mala cheia de sapatos que não podem usar por causa de joanetes e dedos encavalados. Botas vitorianas, sapatos Jimmy Choo e Manolo Blahnik são alguns dos exemplos mostrados em prateleiras de vidro que vão do chão ao teto. Levine vê com os pacientes qual salto alto de grife serve melhor em cada pé, sabendo, por exemplo, que tanto Prada quanto Michael Kors fazem sapatos mais largos que a média. “Algumas pessoas não vão à praia ou à piscina, de tanta vergonha que sentem dos pés”, diz Levine.

AgNews

Suas soluções, descritas em livros como : “My Feet Are Killing Me” (“Meus Pés Estão me Matando”), incluem, entre outros , a terapia de plasma rico em plaquetas ; injeções de células-tronco ; preenchimentos injetáveis ​​para amortecimento do metatarso; Botox e Myobloc para o excesso de transpiração. Ela também defende exercícios para os pés.

O pedido mais louco que ela recebeu? “Uma vez uma paciente pediu uma lipoaspiração dos dedos”, conta Levine, incrédula. E Zong diz que um paciente pediu para ter um dedo mindinho removido para caber em seus sapatos. Nenhum dos dois pedidos foi atendido pelos médicos.

Dr. Jonathan T. Deland, chefe do serviço de pé e tornozelo e cirurgião ortopédico no Hospital for Special Surgery, se opõe mesmo a procedimentos estéticos menos radicais.

“A coisa mais importante sobre o pé é que ele não o machuque e que você possa ser ativo”, diz ele. “Se nós estamos falando apenas de scarpins de salto altíssimo que causam dor, e que com um salto menos alto são indolores, então isso provavelmente não é uma boa razão para fazer a cirurgia”.

Deland é cauteloso sobre injeções de preenchimento nos pés para amortecimento. “Se houvesse uma injeção que realmente funcionasse e durasse, uma grande quantidade de bons médicos iria usá-la, porque amortecimento é um problema comum”, disse ele. “A resposta é: não há. O paciente deveria perguntar: ‘Ei, doutor, você pode me dar o artigo ou a referência que mostra o acompanhamento em longo prazo para esse procedimento?”

Mas, para Annette Healey, vice-presidente executiva de uma grande empresa, a cirurgia de joanete foi como uma necessidade. “Tênis nunca fizeram bem para a minha carreira”, disse Healey. Ela fez uma cirurgia de joanete em 2011, dois dias após o Natal, “enquanto todo mundo estava afastado na praia de St. Barts, para camuflar melhor com botas de neve”, acrescenta.

Seu cirurgião ortopédico, Dr. Craig Radnay, disse a ela que seu andar tinha-se tornado cada vez mais afetado por seus problemas de pé, que estavam machucando-a de volta.

Healey disse que ela agora pode caminhar dezenas de quilômetros usando botas da moda. “Se você mora em Nova York, seus pés são suas rodas “, diz ela . Embora passe 95% do seu tempo em apartamentos chiques, ela também veste saltos Prada, Manolo e Gucci. Mas há limites. “Infelizmente, eu nunca vou conseguir colocar o pé em um Christian Louboutin”, lamenta.

 

FONTE: iG.


Hospital João XXIII atende quase 500 pessoas por ano para a retirada de anéis

Unidade adota uma técnica especial que evita o corte do acessório. Inchaço causado por anel apertado pode levar à perda dos dedos anel

Acessório que, aparentemente, não representa nenhum risco à saúde, os anéis são responsáveis por ocorrências que envolvem cerca de 480 atendimentos por ano no Hospital João XXIII (HJXXIII), da Rede Fhemig, maior hospital de pronto Socorro da América Latina. Artigo de uso comum entre mulheres e homens das mais variadas idades, os anéis são os protagonistas de casos que requerem a sua retirada devido ao inchaço (edema) dos dedos (seja das mãos ou dos pés), em geral causado pela inadequada utilização do acessório. Os acidentes são mais frequentes em mulheres jovens, mas há um número considerável de casos envolvendo homens.

O médico cirurgião do HJXIII Luiz Antônio Paulino ressalta que, em média, o ambulatório de sutura do hospital atende cerca de 40 casos por mês. Paulino afirma que o uso de anéis traz consigo o risco da perda do dedo uma vez que o inchaço causado pelo uso incorreto pode provocar a alteração da circulação. Assim, o médico recomenda a compra do objeto observando-se a medida correta.Como primeira ação a ser adotada, antes mesmo de se chegar ao hospital, é importante manter o braço elevado acima da altura do ombro por alguns minutos para que o dedo vá desinchando. Sempre que perceber alguma ferida na região entre o dedo e o anel, é recomendável a retirada do acessório antes que aconteça algum processo inflamatório. Também deve ser evitado o uso de anéis de aço, pois eles são mais difíceis de cortar, caso seja necessário.Técnicas de retiradaSão várias as técnicas para a retirada dos anéis nessas circunstâncias, o uso de cada uma delas vai depender das condições do dedo atingido. Desse modo, pode ser utilizado fio de sutura (nylon) enrolado ao dedo, alicate especial para corte do anel e o método, atualmente mais empregado pelo HPS, da fita feita a partir de esparadrapo dobrado e introduzido no espaço entre o dedo e o anel com a ajuda de uma solução oleosa que permite o deslizamento do anel, o que evita cortar o acessório. Todavia, a adoção das técnicas que não implicam no corte do anel ficam impedidas nos casos de presença de ferimento, fratura ou luxação do dedo inchado.

Passo a passo para a utilização da técnica do esparadrapo

1º:Corte uma tira de esparadrapo de aproximadamente 20 cm de comprimento por 3 cm de largura. Caso não tenha esparadrapo, utilize uma fita de tecido ou até mesmo aquelas utilizadas para enfeitar embalagens de presentes.

2º:Dobre o esparadrapo ao meio (de forma que a fita fique com 1,5 cm de largura) para que a pele não tenha contato com a cola.

3º:Coloque a fita entre o anel e o dedo com o auxílio de uma espátula de madeira ou outra objeto semelhante que não seja pontiagudo.

4º: Puxe a fita de modo que as duas extremidades fiquem do mesmo tamanho.

5º: Lubrifique o dedo utilizando solução oleosa como óleo mineral, vaselina ou óleo de cozinha, isto facilitará o deslizamento da fita sobre o anel.

6º:Com uma mão segure a fita puxando-a em direção à ponta do dedo e girando a fita no sentido horário. Use o seu polegar e o indicador para empurrar o anel auxiliando a sua retirada.

Símbolo de afeição

Apesar dos riscos, um número significativo de pessoas insiste em manter os anéis ainda que apertados, pois estabelecem uma relação afetiva com o objeto. Muitas vezes, eles representam a lembrança de alguma pessoa com a qual têm ou tiveram uma relação de afeto. Todavia, é de bom senso utilizar formas alternativas para usar o uso do anel sem, necessariamente, colocá-lo no dedo. Uma possibilidade é utilizá-lo em uma corrente como se fosse um pingente.

Disseminar o conhecimento

Para facilitar a assistência nos casos de anéis que se prendem ao dedo, o médico da Rede Fhemig acredita que é importante os profissionais dos postos de saúde serem treinados para a adoção das diversas técnicas, pois não é incomum a chegada de pacientes ao Hospital João XXIII, principalmente durante a madrugada, ou após terem percorrido os postos de saúde e/ou unidades de pronto atendimento cujos profissionais não dominam a metodologia.

FONTE: Estado de Minas.

Hormônio poderá substituir cirurgia de redução de estômago

Sensação de saciedade seria a chave para o combate à obesidade

Avanço

Pesquisadores já conseguiram comprar que a nova técnica é eficaz

Londres, Reino Unido. Um estudo em curso na Grã-Bretanha está testando o uso de hormônios para combater a obesidade e substituir cirurgias de redução de estômago em pacientes obesos, de acordo com a BBC.

Os hormônios pesquisados são praticamente os mesmos liberados naturalmente pelo corpo após todas as refeições e que indicam ao corpo que a fome foi saciada, explica à BBC o líder do estudo, o médico Steve Bloom, chefe do departamento de estudos sobre diabetes, endocrinologia e metabolismo do prestigioso Imperial College, em Londres.

Os médicos perceberam que esses mesmos hormônios são liberados em grandes quantidades pelo corpo de pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica – e esse seria um dos motivos para o sucesso da cirurgia em grande parte dos casos. Agora, a equipe de Bloom quer replicar esse efeito mesmo que o paciente não queira ou não possa se submeter ao procedimento cirúrgico.

“Ainda estamos na fase de desenvolvimento, mas já mostramos que a iniciativa funciona. Agora temos que torná-la disponível”, diz Bloom à BBC.

Longa Duração. Bloom prevê que os hormônios devam causar poucos ou nenhum efeito colateral, por serem “quase naturais” – sua alteração mais significativa é que estão sendo desenvolvidos de modo que seu efeito dure uma semana no corpo, em vez de apenas alguns minutos. Pacientes obesos receberiam, assim, uma injeção semanal da droga – em alguns casos ao longo da vida inteira, para controlar seu apetite.

Mas Bloom diz que, até agora, tudo indica que a droga não causará dependência e sua ingestão poderá ser interrompida, se necessário. “Se a pessoa ficar doente e perder peso, por exemplo, poderá parar de tomá-lo”, diz. O custo estimado do tratamento, com 52 injeções anuais, é de 3.000 libras (R$ 10,2 mil) ao ano.
Brasil é cogitado para testes
Londres.
 A equipe de Steve Bloom recebeu 2 milhões de libras (R$ 6,8 milhões) de um centro de financiamento de pesquisas para dar prosseguimento aos estudos e aos testes clínicos, que podem ser parcialmente feitos no Brasil, diz o pesquisador para a BBC.

“Escolheremos três ou quatro países para os testes internacionais, e o Brasil é uma possibilidade por ter boa infraestrutura e marcos regulatórios”, explica o médico, lembrando também que o país seria um “grande mercado” em potencial para a droga em desenvolvimento.

FONTE: O Tempo.


Lei garante obrigatoriedade de cirurgia reparadora de mama pelo SUS
Determinação foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União

mama

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a realizar cirurgia plástica reparadora da mama após a retirada em decorrência de câncer – preferencialmente no mesmo procedimento cirúrgico. A determinação foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.
 
De acordo com a Lei nº 12.802/13, quando existirem condições técnicas, a reconstrução deverá ser feita juntamente à retirada da mama e, no caso de impossibilidade de reconstrução imediata, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia logo após alcançar as condições clínicas requeridas.
 
A norma entra em vigor na data da publicação.


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