Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Saiba quais são os 5 pecados mais cometidos na hora de fazer café

Fraco ou forte? Adoçado ou puro? Filtro de papel ou pano? Todo amante de um bom cafezinho tem um jeito diferente de preparar a bebida. Na casa do brasileiro existe sempre um especialista no assunto. Não é para menos já que, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o país é o segundo maior consumidor do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Em 2016, cada brasileiro bebeu seis quilos de café. Mas será que você não está cometendo algum erro na hora de passar o café?

Saiba como fazer um café bem feitinho. — Foto: Maria Thereza Casale/Assessoria de imprensa

Saiba como fazer um café bem feitinho.

O barista Leonardo Kuwahata, um dos participantes da Semana Internacional do Café, realizada em Belo Horizonte, listou os cinco pecados mais cometidos na cozinha dos brasileiros.

  1. Não escaldar o filtro de papel – “Colocar água quente no filtro elimina algum resíduo que pode acabar contaminando a bebida”, disse o barista.
  2. Usar água da toneira – “O cloro pode modificar o gosto final. A água filtrada deixa a bebida mais ‘limpa’, mais pura”.
  3. Encher a garrafa térmica para ir tomando ao longo do dia – “Café é um produto alimentício, perecível. Deve ser consumido dentro de 40 minutos, uma hora”.
  4. Usar água muito quente ou morna – “Quando a água ferver, tire do fogão e espere dois minutos. A temperatura deverá ficar entre 93°C, 94°C”
  5. Jamais requente o café! – “Requentar o café acaba alterando as propriedades. Adicionar mais calor, acaba prejudicando o sabor”

Kuwahata disse ainda que vale investir em um moedor de café. “Grãos oxidam, assim como a maçã. Quando ele passa pela moagem, perde propriedades também. E café moado na hora é muito prazeroso, né?”, falou.

FONTE: G1.


Tutorial explica como anexar arquivos acima de 10 MB pelo PJe

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disponibilizou, em seu portal, tutorial que explica como anexar, pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe), arquivos maiores do que 10 MB a processos em tramitação no órgão.

O tutorial, disponível em PDF e em vídeo, inclui passo a passo sobre como dividir este tipo de arquivo – em geral imagens, áudios e vídeos –, que excede o tamanho máximo permitido pelo PJe. A restrição é imposta por motivo de segurança e por questões de recursos de infraestrutura.

O limite do tamanho dos arquivos foi aumentado ao longo do tempo. No sistema e-CNJ, era possível enviar arquivos com tamanho máximo de 3 MB. Na versão 1.6 do PJe, o limite foi estendido para 10 MB para arquivos PDF e de áudio. Já para os arquivos de vídeo, o limite máximo de cada parte foi estendido para 30 MB.

Os tipos de arquivos aceitos pelo sistema PJe são basicamente PDF, imagens PNP, áudio MP3 e vídeo MP4. Não é possível, por exemplo, fazer o upload de arquivos Word, Excel ou vídeos no formato WMA.

A parcela de advogados que usa o recurso de dividir arquivos, com o tamanho máximo atual, contudo, é pequena. A estimativa é que apenas 5% precisem anexar documentos maiores do que 10 MB no caso de arquivos PDF.

Veja o vídeo do tutorial.

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FONTE: CNJ.


Mesmo tendo se tornado gigantesco e variado, e-commerce ainda gera equívocos como a ideia de que devolução não é possível e que cartão de crédito é necessário para comprar

O e-commerce evoluiu muito no Brasil e no mundo nas últimas duas décadas.  Antes restrita a produtos como livros e CDs, as lojas online se tornaram grandes shoppings onde se pode comprar de tudo, de carros a robôs. Mesmo com toda essa variedade, ainda existem pessoas com receio de comprar online, especialmente por conta de alguns mitos, como a falta de segurança e a impossibilidade de devolver.

Para acabar de vez com esse receio, desmistificamos os cinco principais mitos e apontamos cinco verdades que vão tornar sua compra online uma experiência segura e satisfatória.

MITO: perigoso? Comprar pela internet pode ser uma experiência tranquila se você tomar alguns cuidados básicos. Foto: iStock
MITO: quem compra online não tem menos direitos do quem compra na loja física. Os direitos são iguais . Foto: iStock
VERDADE: De acordo com pesquisa da E-Bit, 65% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com compras on-line. Foto: iStock
VERDADE: Moda e Acessórios foi o setor líder em vendas por categoria no Brasil em 2015, com 15% do total do volume de pedidos. Foto: iStock
VERDADE: O valor do frete pode alterar consideravelmente o valor de uma compra e torná-la uma desvantagem . Foto: iStock
MITO: perigoso? Comprar pela internet pode ser uma experiência tranquila se você tomar alguns cuidados básicos.

CINCO MITOS DESMISTIFICADOS

1 – Só com cartão de crédito
Especialmente pela praticidade, a maioria das compras é mesmo realizada via cartão de crédito, mas isso não significa que ela é a única forma de pagamento do e-commerce. Obrigatória, a opção de pagar com boleto bancário é incentivada pelas lojas, já que esta é sempre feita à vista. Também há opção de débito online, que direciona o consumidor automaticamente para o site do banco para realizar a transferência.

Leia também: Como evitar armadilhas ao comprar pela internet

2 – Não é seguro
É necessário tomar cuidados adicionais, mas comprar na web é cada vez mais seguro. Fátima Lemos, assessora técnica do Procon-SP, atenta para a necessidade de pesquisar referências de outros consumidores e se certificar de que o ambiente (tanto o computador quanto a loja) é confiável ao fornecer informações pessoais e dados bancários.

“Comprar on-line é uma comodidade. Fazemos tudo pela internet, não tem porque não fazer compras.  Não é seguro comprar por impulso, sem pesquisar, sem verificar. O consumidor deve ficar atento não somente ao preço, mas também se a empresa tem reclamações e um canal de atendimento competente. Tomando esses cuidados, reduzem as chances de acontecer qualquer problema.”

3 – Cidade pequena não tem vez
Para aumentar o número de consumidores, as lojas virtuais têm incentivado compras para cidades pequenas. Para os lojistas, vender para quem não mora em centros urbanos é uma estratégia interessante, como explica André Ricardo Dias, da E-Bit:

“Geralmente, esses consumidores não tem acesso a determinados produtos, porque não há tantas lojas físicas onde eles moram. A maioria das lojas está de olho nisso. A participação do Sudeste nas vendas on-line, em 2015, diminuiu um pouco e a de outras regiões do Brasil aumentou. A tendência para os próximos anos é aumentar a penetração para cidades menores.”

4 – Comprar calçado é problema
Realmente não dá para experimentar antes quando se compra o sapato na web, mas mesmo assim é possível ficar satisfeito com a escolha, desde que sejam observados alguns pontos.  Por exemplo, a maior parte dos sites disponibiliza tabelas para impressão com todas as medidas dos pés, evitando assim possíveis diferenças na numeração de uma marca para outra. Há ainda lojas que oferecem canais de atendimento (e-mail, telefone e até WhatsApp) para tirar dúvidas.

5 – Compra é desprotegida pela lei
O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às compras feitas pela internet da mesma forma que as realizadas nas lojas físicas. Portanto, quem faz compras virtualmente tem garantias perante a lei, assim como qualquer consumidor. Caso haja algum problema e a loja não preste os devidos cuidados para a solução, o consumidor deve acionar o Procon da sua cidade.

A compra online pode ser uma experiência segura e satisfatória
A compra online pode ser uma experiência segura e satisfatória

VERDADES ESCLARECEDORAS

1 – O valor do frete precisa ser avaliado
Se somadas ao valor do frete, muitas compras podem não ser tão vantajosas, alterando razoavelmente o valor final da compra. Por outro lado, muitos sites não fazem cobrança de frete a partir de determinados valores.

2 –  Roupas e acessórios são os mais vendidos
Embora muitas pessoas tenham o costume de ir às lojas e experimentar roupas – alguns inclusive passam horas provando diferentes peças -, o número de brasileiros que realizam compras de roupas e acessórios pela internet só cresce. De acordo com pesquisa da E-Bit, o setor de Moda e Acessórios foi o líder em vendas por categoria no primeiro semestre de 2015, com 15% do volume total de pedidos.

3 – Brasileiros satisfeitos
O consumidor brasileiro nunca esteve tão tranquilo com a realização de compras pela internet. Segundo levantamento da E-Bit, 65% das pessoas que compram on-line estão satisfeitas. “As lojas estão cada vez mais preparadas. O mercado no Brasil é muito pulverizado e a concorrência é alta. Os vendedores virtuais querem fidelizar o cliente e oferecer um serviço de qualidade”, afirma André Ricardo Dias, diretor executivo da E-Bit.

4 – Consumidor pode solicitar devolução

Não gostou do que comprou? Você pode contatar a loja e solicitar a devolução em até sete dias, garante o Código de Defesa do Consumidor.  O fato de não ter entrado em contato direto com o produto antes do recebimento faz com o que consumidor tenha o direito de devolvê-lo. Não há necessidade de explicar o motivo pelo qual a devolução está sendo realizada. Pela lei, a embalagem pode ter sido aberta, mas o item precisa estar em bom estado.

5 – Lojas on-line e físicas se complementam 
Compras pela internet e nas lojas físicas são experiências complementares.  Thaís Carrino, dona do site Sapatos de Fábrica, acredita que a concorrência entre os dois meios é saudável e possível.

“Não gera concorrência. É interessante ter loja física, já que nem todo mundo ainda se sente confortável em comprar pela internet. Já quem gosta, compra rapidamente pelo site. Gera retorno nas duas frentes”, conclui.

FONTE: iG.


 

A GUERRA DO INGRESSO
Vale tudo na disputa por entradas para o jogo Brasil x Chile, no Mineirão, inclusive roubo e expulsão de cambistas.
Na internet, bilhete chega a ser vendido a R$ 8,6 mil

 

 

 (Quinho)

A busca desesperada por ingressos para Brasil x Chile, no Mineirão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, fez o preço disparar no câmbio negro, levando cambistas a tentar de tudo para lucrar com a venda ilegal, mesmo com o reforço da segurança em locais de troca e nos arredores do estádio. Desde o primeiro jogo em Belo Horizonte, no dia 14, o Estado de Minas mostra o comércio ilegal de bilhetes, uma prática considerada criminosa e que está gerando outros tipos de delito, como roubo.

VEJA TAMBÉM: O QUE FUNCIONA OU NÃO EM BH NO DIA DO JOGO!

VEJA TAMBÉM: O GUIA DA COPA!


Ao percorrer pontos de venda irregular, a reportagem encontrou cambistas sendo expulsos e até roubados. Nas ruas, há quem pague R$ 3 mil por uma entrada. Na internet, o tíquete mais simples, que normalmente custaria R$ 200, passa para R$ 4,5 mil (22,5 vezes mais caro), mas ingressos VIP chegam a ser negociados a R$ 8,6 mil. Enquanto isso, outros interessados abordam quem procura ingressos para juntar um grande número de pretendentes e conseguir redução dos preços com vendedores ilegais. A Polícia Militar diz estar atenta, inclusive fazendo abordagens, mas ninguém foi preso ontem por nenhum tipo de crime envolvendo ingressos.


Com o aumento da segurança e a ampliação da abordagem, os cambistas mudaram de tática. Não oferecem mais ingressos nem os carregam. O plano agora é enviar intermediários para pontos de troca e o entorno do Mineirão, onde passam o número de telefone para os compradores combinarem o local da transação. Ontem, por exemplo, seguranças do Boulevard Shopping, área oficial da Fifa para retirada de ingressos comprados pela internet, abordaram vários suspeitos e expulsaram dois homens que vendiam ingressos. Chegaram a ligar para a polícia para denunciar, mas não houve tempo para prisões. “Um era o entreposto, um cara de camisa de basquete e bermuda que abordava as pessoas, oferecia e depois fazia contato com o outro cara, um senhor mais velho, que tinha os ingressos”, contou um dos seguranças.


Dentro do shopping, a reportagem encontrou um desses entrepostos, um casal insuspeito que fica sentado em um dos bancos do local, próximo às mesas de totó, e que prometeu vender dois ingressos por R$ 1,2 mil. Mas era preciso ir buscar no Mineirão. Ao chegar ao local marcado, a porta de um salão de beleza na Avenida Abrahão Caram, o homem não estava mais lá. A mulher do casal de entrepostos fez contato por telefone para saber o que havia ocorrido.


No transcorrer da conversa, ela ficou pálida e trêmula e contou então que o rapaz estava na avenida e foi abordado por um carro com quatro homens. Eles roubaram os ingressos e queriam até colocar o vendedor irregular dentro do veículo, mas, diante da sua relutância, desistiram e fugiram com as entradas. “Isso vai dar muito rolo ainda. Muitos desses ingressos já estavam vendidos e o dinheiro já tinha sido passado do rapaz (cambista) para a pessoa de quem ele compra. A gente não sabe se eram bandidos”, disse a mulher.


Para não perder a freguesia, a mulher indicou outros três cambistas que agem na mesma avenida, disfarçados de lavadores de carros e de seguranças de postos de gasolina. Um deles, chamado Fao, trabalha perto do salão e disse ter poucos ingressos a R$ 1,8 mil, mas que só poderia entregá-los às 16h, na entrada da Favela do Sumaré, em frente ao Shopping Del Rey, no Bairro Caiçara, na Região Noroeste. Diante do problema com o horário, Fao telefonou para outro lavador, que pediu R$ 2 mil e tinha quatro ingressos.


Mais adiante, nas proximidades de um posto de abastecimento, outro cambista pedia R$ 1,8 mil e também disse só ter mais duas entradas. “Não posso fazer por menos, porque já peguei os ingressos a R$ 1,5 mil”, disse. A procura pelas entradas para o jogo era tão grande que a todo momento clientes costumeiros desses cambistas passavam devagar de carro ao lado deles e perguntavam quanto custava o ingresso.


No posto oficial de troca da Fifa, um homem que aparentava ter mais de 65 anos abordava as pessoas que saíam com pacotes de ingresso perguntando se havia sobrado algum para vender. “Dou até R$ 1,5 mil em um ingresso. Na internet está impossível conseguir”, justificou, sem querer se identificar.

ESPERANÇA O empresário Alan Rossel, de 59 anos, da cidade Puerto Aysen, na patagônia chilena, conseguiu comprar um ingresso para ele e outro para o filho Júnior, de 18, há sete meses. A luta deles, agora, era conseguir mais uma entrada para o outro filho, Alex, de 28. “Só conseguimos comprar dois ingressos para as oitavas. Está muito difícil, porque quem comprou para vender está inflacionando muito os preços. Vamos tentar até o último minuto, pois será nosso último jogo aqui. Depois deste, vamos voltar para o Chile”, disse.


A cabeleireira Lilian e o marido, Geovane, levaram o casal de filhos para o posto da Fifa para tentar uma proposta diferente. “Temos um cambista que topou vender quatro ingressos de R$ 2 mil por R$ 1,2 mil. Estamos precisando agora arranjar mais duas pessoas dispostas a rachar com a gente as entradas para o jogo. Nessa hora, vale tudo para ver o Brasil”, afirmou Lilian.

FONTE: Estado de Minas.

 

 


Olá, colegas,

higiene

 

Ontem o blog recebeu postagem de um(a) colega do período noturno, anonimamente, reclamando, entre outras coisas, das condições de higiene dos banheiros. Textualmente:

Com relação a administração, a situação dos banheiros desta Universidade é horrível! Nem o banheiro do Mineirão cheira tão mal!

Certamente que à noite há muito mais alunos e o problema tende a se agravar, mas no período matutino a situação também é visível, principalmente com o acréscimo de alunos estranhos à UNIVERSO (agentes penitenciários).

Mas muito antes desse aporte de novos alunos eu já havia percebido pelo menos uma causa para o mal cheiro nos nossos banheiros: falta de educação e colaboração NOSSA!

cão higiênico

Há alunos que usam os sanitários e não se dão ao trabalho de ao menos tentar acertar o vaso… E creio que posso contar nos dedos as vezes em que fui a um box de um dos banheiros e o encontrei, não limpo, mas, pelo menos, em condições de uso (descarga dada, tampo seco). Na maioria das vezes em que vou encontro o vaso com o ‘produto’ de vários usos, o que me faz primeiro usar a descarga, depois fazer minha necessidade e, novamente, dar descarga, para que o próximo colega não passe pelo mesmo ‘sofrimento’. Mas esse meu comportamento parece exceção.

Se queremos (e gostamos) de encontrar e usar um sanitário limpo, deveríamos, também, deixá-lo em condições de uso para o próximo usuário. E isto pela manhã… Imagine à noite (imagine na Copa… 😀 Não resisti). Assim não há nariz que aguente.

Vamos fazer a diferença.

Querer que a escola coloque um faxineiro pronto a limpar cada box logo após o uso de um é a mesma coisa que querer que o Estado coloque um policial à cada esquina sempre…

Que tal começarmos uma campanha de conscientização?

Ao usar o sanitário, acerte a mira.

Após usar, dê descarga.

Se usar papel para se limpar ou higienizar, descarte-o no lugar certo.

 

Ambiente limpo não é o que mais se limpa, é o que menos se suja.

 

Cada um fazendo a sua parte ajuda a toda a coletividade.

 

 

Um abraço,

 

Marcelo – M1

 

 

 


Após cerimônia inédita realizada por papa Francisco, pontífices passam a ser chamados de São João Paulo 2º e São João 23

Rodeado por uma multidão de milhares de fiéis que lotaram a praça de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco canonizou neste domingo os papas João Paulo 2º (1920-2005) e João 23 (1881-1958). A partir de agora, eles serão conhecidos não mais como papas, mas como São João Paulo 2º e São João 23, ambos santos da Igreja Católica.

João Paulo 2º e João 23 vão se tornar santos: Entenda a canonização

A cerimônia de canonização, que contou com a presença do papa emérito Bento 16, começou pouco antes das 10h (5h de Brasília) e durou pouco mais de 20 minutos. Como previsto no livro litúrgico, a celebração teve início com cânticos e uma oração coletiva em que foram invocados os nomes de vários santos.

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Em seguida, o cardeal italiano Angelo Amato, responsável pela Congregação para as Causas dos Santos – o “ministério” da Santa Sé encarregado dos processos de canonização – solicitou ao Sumo Pontífice que declarasse santos os dois candidatos. Francisco respondeu com uma frase padrão em latim ao final da qual disse “Eu os ordeno”.

Camiseta com sangue, garfo sem lavar: Conheça as relíquias de João Paulo 2º

Em seguida, as relíquias dos dois papas – um frasco contendo sangue de João Paulo 2º e outro com pedaço de pele retirada de João 23 no ano de 2000, quando seu corpo foi exumado para a beatificação – foram exibidas ao público. Concluído o rito de canonização, uma missa foi celebrada por Francisco.

Cerca de 1 milhão de pessoas eram esperadas pelo evento, mas autoridades de Roma acreditam que o número final possa ter chegado a 5 milhões. Telões foram montados pela Prefeitura de Roma em quatro pontos da cidade para que os fiéis pudessem assistir ao evento.

Além do ineditismo do evento – nunca dois pontífices foram santificados ao mesmo tempo – a Santa Sé também fez, pela primeira vez na história, uma transmissão em 3D pela TV e pela Internet, de olho no público jovem.

Papa Francisco realiza cerimônia de canonização dos papas João 23 e João Paulo 2º

 

 

 

Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas assistiram ao vivo à celebração em todo o mundo, que também foi transmitida em salas de cinema, inclusive no Brasil.

O Vaticano lançou também uma ofensiva nas redes sociais, com a criação de um site especial para a dupla canonização, uma página no Facebook e até aplicativos em dispositivos móveis para celulares e tablets.

Dois papas

Conhecido como o “Papa Bom”, João 23 comandou a Igreja Católica entre 1958 e 1963. Nesse período, convocou e deu início ao Concílio Vaticano 2º, uma série de conferências que resultou em documentos sobre os novos rumos da Igreja Católica, com o intuito de aproximá-la do povo e adaptá-la à modernidade.

Canonizado: Saiba quem foi João 23

Talvez mais popular entre os peregrinos, João Paulo 2º ascendeu ao Trono de Pedro em 1978 e lá permaneceu até 2005, quando morreu. Foi um dos papados mais longos da história e sua canonização foi a mais rápida da história moderna da Igreja.

Saiba mais: Relembre a trajetória do papa João Paulo 2º

Segundo vaticanistas ouvidos pela BBC Brasil, a decisão de Francisco de canonizar os dois papas em um único dia seria uma tentativa de preencher o abismo entre duas alas opostas da Santa Sé: os “tradicionalistas”, representados por João Paulo 2º, e os “reformistas”, seguidores de João 23.

Grandes dimensões

Participaram da dupla canonização cerca de 150 cardeais e bispos e 6 mil padres. O Vaticano divulgou uma lista oficial com autoridades internacionais de 93 países, incluindo 24 chefes de Estado.

O único brasileiro na lista foi José Graziano da Silva, que, no entanto, representa a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), órgão ligado à ONU sediado em Roma que ele comanda desde janeiro de 2012.

Para atender aos milhares de fiéis que lotaram a Praça de São Pedro, o Vaticano e a Prefeitura de Roma mobilizaram mais de 2,4 mil policiais, cem ambulâncias e 2,5 mil voluntários, encarregados de distribuir 4 milhões de garrafas de água e 150 mil livros litúrgicos para que os fiéis pudessem acompanhar passo a passo da cerimônia.

FONTE: iG.


Dizem que é mais fácil que fritar um ovo…

Bem, não é assim, assim, tão fácil, mas difícil não é. Assista!

 

páscoa



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