Antequam noveris, a laudando et vituperando abstine. Tutum silentium praemium.

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Moradores da região Nordeste terão nova linha de ônibus a partir de domingo

A partir do próximo domingo (21), uma nova linha de ônibus atenderá os moradores da região Nordeste de Belo Horizonte. Conforme a BHTrans, a linha 825 entrará em operação e fará o trajeto Estação São Gabriel/Vitória II via UPA, instalada no bairro São Paulo.
A autarquia responsável por gerenciar o trânsito na capital informou que a criação da linha atende demanda da comunidade. “Com a opção de transbordo, diversos bairros atendidos pelas linhas alimentadoras na Estação São Gabriel também poderão utilizar a linha 825, em uma segunda viagem e sem pagar mais por isso, e também acessarem a UPA Nordeste”, destacou a empresa.

Itinerário

Rua dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Nove, 141 (Condomínio Figueira, ponto final), R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Oito, R. Osmir Venuto da Silva, R. Amélia Moretzsohn da Silva, R. Luiz Romualdo da Silva, R. Augusta Sacchetto Scalzo (antiga R. 714), R. dos Borges (à direita), R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. Berenice Ribeiro de Miranda (retorno no Residencial Esplêndido), R. Berenice Ribeiro de Miranda, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. dos Borges, R. Dona Chiquinha, Rod. Anel Rodoviário Celso Mello Azevedo, R. São Gregório, R. Jacuí (à esquerda), R. Angiroba, R. Joaquim Gouveia (UPA Nordeste), R. Angola, Av. Cristiano Machado (Estação São Gabriel-Setor Oeste).

Av. Cristiano Machado (Estação São Gabriel-saída via 240), Pça. Corpo de Bombeiros Militar, Viaduto Um Mil Novecentos e Setenta e Nove, R. Jacuí (à direita), R. Andiroba, R. Manoel Alexandrino, R. Angola, R. Joaquim Gouveia (UPA Nordeste), R. Andiroba, R. Agrelos, Rod. Anel Rodoviário Celso Mello Azevedo, R. dos Borges, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. Berenice Ribeiro de Miranda (retorno no Residencial Esplêndido), R. Berenice Ribeiro de Miranda, R. dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Seis, R. dos Borges, R. Augusta Sacchetto Scalzo, R. Luiz Romualdo da Silva, R. Amélia Moretzsohn da Silva, R. Osmir Venuto da Silva, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Oito, R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Nove (retorno na rotatória após o Condomínio Figueira), R. Dois Mil Quatrocentos e Sessenta e Nove (Ponto Final).

 

horário de ônibus da linha 825

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FONTE: Hoje Em Dia.


Delegado diz que morte de fiscal de ônibus em BH foi vingança

Webert Eustáquio de Souza, de 33 anos, foi morto na Avenida Cristiano Machado. Autor dos tiros ameaçou vítima no dia anterior ao ser retirado de ônibus por não pagar passagem

Edesio Ferreira/EM/D.A Press

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A Polícia Civil trata a morte do fiscal Webert Eustáquio de Souza, de 33 anos, dentro do veículo da linha 1502 (Vista Alegre – Guarani), na Avenida Cristiano Machado, no Bairro Ipiranga, Região Nordeste de Belo Horizonte, como vingança. Outras duas pessoas ficaram feridas na ação do criminoso. Segundo o delegado Emerson Morais, o atirador brigou com outros fiscais no dia anterior. Depois do desentendimento, foi até a empresa onde os homens trabalham e os ameaçou de morte. Ele portava uma arma no momento das intimidações.
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O crime aconteceu por volta das 7h50. Segundo o delegado, testemunhas contaram que o autor dos disparos embarcou no veículo na Rua A, no Bairro Primeiro de Maio, 10 minutos antes do crime. O homem não passou pela catraca e ficou próximo a escada. Quando o coletivo passou próximo ao a um hotel no Bairro Ipiranga, foi parado pelos fiscais.
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Os trabalhadores entraram no veículo e pediram para todos que estavam na parte da frente pagassem passagem e seguisse para a parte de trás da catraca. “Testemunhas disseram que o autor ficou na escada e depois da ordem do fiscal, fingiu que iria pagar a passagem. Quando chegou próximo a catraca, sacou uma arma e disse: ‘Quer que pague a passagem, então toma aqui seus R$ 3,10’. Depois disso, atirou”, conta o Emerson Morais.

Arquivo Pessoal

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O fiscal foi atingido e morreu na hora. A passageira Maria das Graças Martins, de 65, levou um tiro em um dos pés e foi levada pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para um hospital. Rogério Lopes, de 46, que também é fiscal de linha e trabalhava com Webert no momento do crime, foi atingido por estilhaços das balas e deu entrada no Hospital João XXIII. Os feridos passam bem. “Considero a banalização da vida humana matar um pai de quatro filhos e trabalhador por causa de R$ 3”, afirma Morais.
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Para o delegado, o crime foi por vingança. Segundo ele, na tarde anterior, o atirador brigou com três fiscais, entre eles Webert, na Rua Jacuí, no Bairro Ipiranga. O homem estava no ônibus da linha 1509 quando os fiscais o colocaram para fora por se negar a pagar passagens. Ele não gostou da atitude dos trabalhadores e chegou a brigar com um deles.
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Depois da confusão, o homem foi até a empresa onde os fiscais trabalham junto com um comparsa, que é deficiente físico. Lá, segundo a polícia, os dois ameaçaram os trabalhadores com palavras e exibindo uma arma. Os dois suspeitos seriam moradores da região do Bairro Primeiro de Maio. Quem tiver informações sobre a dupla pode passar pelos telefones 181 e 3478-7824.

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FONTE: Estado de Minas.


Atleta comemora antes da hora e deixa pódio escapar
Molly Huddle desacelerou antes de atravessar a linha de chegada e foi ultrapassada no último instante
Molly

Episódio protagonizado por Molly Huddle está rodando o mundo

A norte-americana Molly Huddle viu o seu lugar no pódio escapar nos instantes finais da prova dos 10.000 m no Mundial de atletismo de Pequim, na China, nesta segunda-feira (24).

A atleta levantou os braços em comemoração e desacelerou pouco antes de cruzar a linha de chegada, mas foi surpreendida e ultrapassada pela compatriota Emily Infeld no último segundo.

Infeld conquistou o bronze com apenas nove milésimos de diferença para Molly, que terminou a prova em quarto lugar com o tempo de 31min43s58. Ao término da corrida, as atletas norte-americanas se cumprimentaram, mas Molly não escondeu a decepção pelo resultado.

A medalha de ouro ficou com a queniana Vivian Cheruiyot, que marcou o tempo de 31min41s31 e conquistou o primeiro lugar do pódio pela segunda vez em Mundiais.

Gelete Burka, da Etiópia, ficou em segundo lugar com o tempo 31min41s77.

FONTE: O Tempo.


Empresa de ônibus é condenada por agressão a menor de idade

 

Viação Jardins

O juiz da 20ª Vara Cível de Belo Horizonte, Renato Luiz Faraco, condenou a Viação Jardins a pagar indenização de R$ 7 mil a um jovem agredido por um fiscal da empresa. A agressão ocorreu em 2009, na linha 627 Mantiqueira, e a vítima era menor de idade na época.

 

Na ação, na qual pedia indenização de R$ 40 mil, o jovem contou que, ao tentar utilizar seu cartão de gratuidade no transporte coletivo, problemas técnicos no equipamento impossibilitaram a roleta de girar. Ao constatar isso, o agente de bordo solicitou que o passageiro procurasse um fiscal também presente no ônibus. Segundo o jovem, durante a abordagem, a pessoa indicada agiu de forma agressiva, pois, além de quebrar o cartão BHBus do passageiro, o agrediu fisicamente e o arremessou para fora do veículo.

 

A empresa de transporte negou a ocorrência dos fatos descritos pelo jovem, argumentando que motorista e cobrador desconheciam a história. Além disso, afirmando não haver culpa da empresa, sustentou que não deveria ser discutida indenização e que o valor pedido era desproporcional.

 

O magistrado baseou sua decisão no Código Civil, que garante ao passageiro ser conduzido são e salvo ao seu local de destino, além de reportar-se ao Código de Defesa do Consumidor, no qual consta que a falha na prestação de serviço é caracterizada como situação que impõe à empresa o dever de indenizar o cidadão.

 

O juiz observou que o jovem apresentou as provas devidas e acrescentou que a perícia médica realizada durante o processo comprovou o dano sofrido e a necessidade de reparação. “Percebe-se que houve violação aos direitos de personalidade do autor, que era menor à época, o qual foi abordado dentro do transporte coletivo de maneira agressiva, sendo agredido física e moralmente por pessoa que se apresentou como ‘fiscal’ do coletivo”, disse o magistrado.

 

Segundo o juiz Renato Faraco, a indenização, além de compensar o dano sofrido, tem a finalidade de evitar que a empresa volte a cometer atos semelhantes. A quantia foi fixada em R$ 7 mil. Contra a decisão, que é de Primeira Instância, ainda pode haver recurso. Leia a sentença na íntegra e acompanhe a movimentação processual.

 

 

FONTE: TJMG.


Homem perde parte dos dedos em porta de ônibus do Move

Acidente aconteceu após o desembarque de passageiros na avenida Pedro I; vítima foi encaminhada ao Hospital Odilon Behrens, onde passou por cirurgia

Montese

Um homem perdeu parte dos dedos após ter a mão esquerda prensada pela porta central de um ônibus do Move, na manhã desta terça-feira (27). Segundo a Polícia Militar, o acidente aconteceu quando, após o desembarque de passageiros na avenida Pedro I, na região de Venda Nova, a vítima se apoiou na parte superior da porta e teve os dedos esmagados. Ele foi encaminhado para o hospital e passa bem.
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De acordo com a PM, o motorista da linha 63 (Estação Venda Nova/Lagoinha) relatou que, por volta das 7h30, estava parado no ponto de desembarque da Estação Montese, no bairro Itapoã, quando foi avisado por passageiros que o usuário Charles de Souza Pereira, de 40 anos, havia se machucado na porta do ônibus. Ainda segundo o motorista, a vítima foi socorrida pelos próprios usuários do transporte público e encaminhada ao Hospital Odilon Behrens.

Passageiro do Move perde parte de dedos da mão em acidente com porta de ônibus

Vítima de 50 anos teve parte de dois dedos amputados depois de se apoiar na porta

 
Ao tentar liberar espaço para outros passageiros entrarem em um ônibus lotado do Move, um homem de 50 anos perdeu parte de dois dedos da mão ao se apoiar na porta do coletivo. O acidente aconteceu na manhã desta terça-feira dentro de um veículo da linha 63 que estava parado na Estação Montese, que fica na Avenida Pedro I, no Bairro Itapoã, na Região da Pampulha.Segundo relato do motorista do ônibus à Polícia Militar, o coletivo que seguiria para o Centro da capital estava parado na estação para o embarque e desembarque de passageiros. Assim que fechou a porta para seguir viagem, ele conta que foi abordado por passageiros informando que o usuário Charles de Souza Pereira, de 50, anos havia machucado a mão. 

Testemunhas disseram o que acidente aconteceu quando Charles, que estava no meio do coletivo, levantou os braços e teria colocado a mão esquerda no mecanismo de fechamento da porta central. Ele teve as falanges do dedo médio e anelar amputados e foi levado para o Hospital Odilon Behrens, no Bairro São Cristóvão, na Região Noroeste da capital.

A Polícia Civil fez perícia no ônibus e o resultado fará parte do inquérito que será aberto pela Delegacia Especializada de Acidentes de Veículos (DAV). O laudo deve apontar se o acidente aconteceu por falha no veículo ou descuido da vítima. A BHTrans disse que só vai se pronunciar sobre o caso depois de receber o boletim de ocorrência. A empresa afirma ainda que vai apurar as responsabilidades após o recebimento do documento.

FONTE: O Tempo e Estado de Minas.


BRT/Move 100% operacional
Com a entrada em operação de oito linhas nas estações Vilarinho e Venda Nova, primeira etapa do sistema está concluída.
Meta é transportar 440 mil passageiros por dia em BH

brt

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Mais de cinco meses depois da inauguração do BRT/Move, a BHTrans concluiu ontem a implantação da primeira fase do sistema de transporte rápido por ônibus. Para finalizar esta etapa, faltava entrar em operação a parte relativa à Região de Venda Nova, atrasada por conta do desabamento do Viaduto Batalha dos Guararapes, em 3 de julho. Sete linhas troncais foram incorporadas pelo Move, sendo cinco na Estação Vilarinho e duas na Estação Venda Nova. Uma linha diametral também passou a fazer parte do sistema.

 

Com a conclusão da primeira etapa, o sistema passa a transportar a partir de amanhã 440 mil passageiros por dia útil. Desde 8 de março, data da inauguração, o número de ônibus que circulavam nos horários de pico nas faixas mistas teve redução de 67%, passando de 880 para 293 coletivos. Já nas faixas de concreto exclusivas do Move ,estão rodando 450 ônibus, entre veículos articulados e padrons. 

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Assim como aconteceu nos terminais São Gabriel e Pampulha, a inauguração da plataforma de embarque do BRT na Estação Vilarinho, ontem, mostrou que ainda há muitos ajustes a serem feitos, como conclusão do meio-fio e instalação de grades na área de circulação dos ônibus, uma escada rolante desligada e uma bilheteria ainda em fase de construção. Também faltaram informações para os usuários.

 

A entrada em operação do Move transformou a estação em um imenso terminal multimodal de transporte de passageiros. O local agora conta com uma estação do metrô, do BRT/Move e um pavilhão do BRT Metropolitano, além de um shopping.

A desempregada Carla Amanda Martins, de 25 anos, ficou perdida na estação. Nem com a ajuda do informativo da BHTrans conseguiu se orientar. “Acho que as coisas não estão claras. Está muito bagunçado, faltando informação. Onde pego o ônibus da linha 65?”, questionou a jovem, que queria ir ao Centro.

 

A empregada doméstica Mônica Souza Dias, de 31, foi uma das pessoas que testaram um itinerário que começou a operar ontem: a linha 68 (Estação Vilarinho/Lagoinha). “Achei que demora demais nas paradas. Tem muita estação vazia e para mesmo assim”, disse. A faxineira Lourdes do Carmo Gonçalves, de 46, reclamou muito da demora da baldeação. “Antes, para ir do Bairro Minas Caixa (Venda Nova) ao Centro, gastava em torno de 40 minutos. “Hoje gastei 50. Esse tempo entre descer de um ônibus e esperar o outro atrapalhou muito”, diz ela.

Além da linha 68, começaram a operar no BRT/Move as linhas 65 (Vilarinho/Centro Direta), 66 (Vilarinho/Centro/Hospitais Via Cristiano Machado), 67 (Vilarinho/Santo Agostinho Via Carloz Luz) e 6350 (Vilarinho/Estação Barreiro Via Anel Rodoviário). Na Estação Venda Nova, o Move já operava com as linhas 61 (Venda Nova/Centro Direta) e 63 (Venda Nova/Lagoinha). Ontem foram integradas as linhas 62 (Venda Nova/Savassi Via Hospitais) e 64 (Venda Nova/Assembleia Via Carlos Luz).

ADAPTAÇÃO O presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar, afirma que é normal as pessoas sentirem a mudança quando deixam  de usar um único ônibus e passam a fazer a baldeação. “Quando você introduz o transbordo, isso causa apreensão, mas rapidamente a população se adapta e verifica depois que é uma solução muito melhor para o seu trajeto”, diz Ramon.

 

Expansão para a Região Oeste
BHTrans já busca recursos do governo federal para implantar corredor do BRT/Move na Avenida Amazonas, até a Estação Barreiro. Modelo seria mais light, sem desapropriações

 

Conseguir recursos financeiros do governo federal para implantar o corredor do BRT da Avenida Amazonas. Concluída a primeira fase de operação do novo sistema de transporte coletivo na capital, este passa a ser o principal objetivo da BHTrans, segundo informou ontem o presidente da empresa municipal, Ramon Victor Cesar. “Já existem estudos iniciais sobre este novo corredor, que seria implantado sem desapropriações, em uma versão mais light, circulando pelas avenidas Amazonas e Tereza Cristina até chegar à Estação Barreiro”, informou Ramon.

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“Estamos com uma carta consulta em Brasília para tentar os recursos que seriam usados no detalhamento de projetos e na execução da obra. Não faremos desapropriações, por isso é uma versão mais simplificada, provavelmente com uma faixa em cada sentido”, explicou. O presidente da BHTrans disse que o terminal que nortearia o corredor é a Estação Barreiro. Dessa forma, o corredor iria do Centro pela Avenida Amazonas até o Bairro Gameleira, na Região Oeste, de onde seguiria pela Avenida Tereza Cristina até o terminal de integração, na área central do Barreiro.
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Ramon acrescentou que o percurso teria uma grande extensão na Amazonas, possivelmente num trecho que iria até a Cidade Industrial, em Contagem, na Grande BH.É bem provável que, mesmo sem desapropriações na Amazonas, a implantação do novo corredor demande intervenções viárias importantes na Região do Barreiro. Uma obra recente de canalização do Ribeirão Arrudas e ligação de duas pontas da Tereza Cristina entre BH e Contagem, na região da Vila São Paulo, tornaram mais fácil a iniciativa, mas ainda será necessário fazer a conexão da avenida com a estação. Hoje, um viaduto que opera em mão dupla viabiliza a passagem por cima da linha férrea entre as avenidas Tereza Cristina e Afonso Vaz de Melo, local do terminal. 
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OUTROS AJUSTES 
A BHTrans também está com as atenções voltadas para ajustes pontuais nos corredores já implantados e para a integração de novas linhas ao sistema. O alvo são as linhas diametrais, que ligam dois bairros passando pelo Centro. Ao interligar esse tipo de itinerário ao Move, a empresa possibilitará que usuários de outros bairros passem a usar a baldeação, pagando apenas uma passagem.
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O planejamento inicial, que contempla as integrações de novas linhas diametrais ao Move, mostra que há muitas linhas que podem migrar para a busway, fazendo parte do chamado BRT intermediário
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.Já foram incorporadas as linhas 5401 (Dom Cabral/São Luiz), 8101 (Santa Cruz/Alto Santa Lúcia), 5106 (Bandeirantes/BH Shopping), que substituiu a antiga 2004, e 5201 (Buritis/Dona Clara). Conforme o planejamento anterior à implantação do sistema, ainda restam a 9502 (São Geraldo/São Francisco via Esplanada), 8207 (Maria Goretti/Estrela Dalva), 8108 (Cidade Nova/Savassi), 4205 (Ermelinda/Salgado Filho), 4102 (Aparecida/Serra), 5104 (Suzana/Cruzeiro), que substituiria as linhas 5101 e 5031, e 5103 (UFMG/Mangabeiras), que atenderia o público que hoje usa a 5102 e a 9502. 
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De acordo com a demanda nas novas linhas, a BHTrans pode fazer modificações, como incremento no quadro de horários, mudanças em itinerários ou até mesmo criação de novos roteiros. “Vamos entrar numa fase de ajustes pontuais em diversas linhas. São coisas que podemos fazer nos próximos meses para adequar a estrutura básica às necessidades que vão aparecendo na prática do dia a dia”, concluiu Ramon Victor.

 

Linhas 66 e 67, que atendem a Cidade Administrativa, são incorporadas ao Move

 

move
BHTrans conclui neste sábado mais uma etapa da implantação do Move

A partir deste sábado (16), as linhas 66 e 67, que tinham pontos finais na Cidade Administrativa, passarão a integrar o sistema Move. Com isso, os funcionários dos órgãos do Governo que utilizam esses veículos, terão que desembarcar agora na Estação Vilarinho e embarcar nos ônibus da linha 642 (Estação Venda Nova/Estação Vilarinho, Cidade Administrativa) para chegar ao local de trabalho.

A BHTrans está concluindo a implantação do sistema Move nas Estações Vilarinho e Venda Nova, oferecendo à população mais linhas. Nessa etapa, os usuários contarão com novos destinos através da troca entre linhas nas Estações de Integração e de Transferência, sem ter que o usuário tenha que desembolsar mais por isso. Na Estação Vilarinho, a atual linha 65 passará a oferecer aos usuários um serviço direto até o centro, a partir da região da Pampulha.

A nova linha 68 (Estação Vilarinho/Lagoinha), criada nesta etapa, irá operar com ônibus articulado, atendendo aos usuários que têm os bairros do entorno do corredor Antônio Carlos como destino. A linha 64 (Estação Venda Nova/Assembleia via Carlos Luz) também será incorporada ao sistema Move, assim como a 62 (Estação Venda Nova/Savassi via Hospitais), que atenderá às Estações de Transferência das Avenidas Vilarinho e Cristiano Machado.

Alteração

Nesta sexta-feira, as estações Cristiano Guimarães e Planalto, que estavam fechadas desde a queda do viaduto, voltaram a funcionar normalmente. No entanto, muita gente ainda não estava sabendo da novidade. Motoristas e usuários continuaram utilizando os pontos de ônibus improvisados nas pistas centrais.

“Não há nenhuma placa, nenhuma informação. A gente fica aqui no ponto como faz todos os dias e daí eles alteram e não comunicam. Só descobri porque vi o ônibus parar na estação e quando corri para alcançá-lo já não dava mais tempo”, protestou a empregada doméstica Maria do Socorro Oliveira, 39 anos.

FONTE: Estado de Minas e Hoje Em Dia.


Linha Lagoinha-Savassi do metrô de BH será em dois níveis
Linha subterrânea que ligará a Lagoinha à Savassi será em dois níveis para evitar a necessidade de fazer desapropriações e encarecer a obra. Projeto foi entregue pelo governo à Caixa ontem

 

 

 (Setop/divulgação )

A Linha 3 do metrô de Belo Horizonte, cujo projeto foi entregue nessa quinta-feira pelo governo de Minas à Caixa Econômica Federal, terá um trajeto de 4,5 quilômetros em dois níveis e com quatro estações entre a Estação da Lagoinha e a Savassi. Os túneis serão de 15 metros de diâmetro e os trilhos serão implantados em dois andares, de forma que todo o trajeto passe debaixo das ruas e não seja necessário nenhuma desapropriação na região, que é uma das mais valorizadas da cidade. A partir de agora, o projeto será analisado pela Caixa e pelo Ministério das Cidades e, caso aprovado, um termo de compromisso pode ser assinado ainda este ano para transferência de R$ 2,6 bilhões, verba estimada para a obra.

Segundo o secretário de Estado de Transporte e Obras Públicas, Fabrício Torres Sampaio, a solução encontrada para evitar que as estruturas dos prédios do Centro e da Savassi sejam obstáculos à obra do metrô foi construir o trecho em dois andares, em vez de dois trilhos paralelos. “Com esse modelo que adotaremos em BH, não teremos que entrar debaixo de prédios ou outras construções. O túnel será mais estreito para que toda sua extensão passe pelas ruas, de forma mais segura”, explica Sampaio.

Para a abertura dos túneis está previsto o uso do sistema shield (em português, escudo), recomendado para obras de grande porte em centros urbanos. “Os levantamentos feitos no solo da região, que tem muitas pedras e água, mostraram que será possível usar esse sistema, já adotado em outras obras de expansão do metrô nas principais capitais do mundo. A máquina de perfuração vai empurrando e escavando o terreno e, dessa forma, os impactos são minimizados”, afirma Sampaio.

Uma das vantagens do projeto, segundo ele, é que a obra será viável sem precisar de desapropriações.

O projeto prevê a construção de quatro novas estações: Praça Sete, entre a Avenida Afonso Pena e a Amazonas; Palácio das Artes, na Afonso Pena, em frente ao teatro; Estação Tiradentes, na Rua Pernambuco, próximo à Avenida Brasil; e Savassi, entre as Ruas Pernambuco e Fernandes Tourinho. Também está planejada a construção de um pátio de operações e manutenção para o metrô. “O pátio será construído próximo à Estação da Lagoinha, onde haverá a conexão da Linha 3 com a Linha 1. O projeto prevê que o pátio será subterrâneo, próximo à Igreja São Cristóvão. Segundo o secretário, a ideia é planejar a construção da nova linha deixando espaço para novas expansões no futuro, principalmente com projetos já discutidos para se levar o metrô até a região da Pampulha.

A linha 3 do metrô em BH (veja o mapa acima), em dois níveis, com as estações ao longo do trajeto . A da Savassi será no cruzamento das ruas Pernambuco e Fernandes Tourinho (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
A linha 3 do metrô em BH (veja o mapa acima), em dois níveis, com as estações ao longo do trajeto . A da Savassi será no cruzamento das ruas Pernambuco e Fernandes Tourinho

Peça de ficção

As promessas para a expansão do metrô da capital começaram ainda na década de 1990, depois que a construção da única linha existente foi entregue com um atraso de quase 20 anos, em 1986. Até os anos 2000 os belo-horizontinos assistiram a uma lenta inauguração de estações, mas as principais regiões da cidade continuavam sem a opção desse transporte público. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso foram finalizadas as últimas estações, mas a implantação de novos trechos não saiu do papel e o mesmo se repetiu ao longo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que prometeu em 2003 novas linhas para o metrô da capital, mas elas ficaram só no discurso.

Depois de quase uma década sem qualquer avanço, em setembro de 2011 a presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou em Belo Horizonte que incluiria a obra na lista de ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Grandes Cidades. No cronograma apresentado pela petista, as licitações para a obra, que se tornou peça de ficção para a população de BH, seriam feitas até meados de 2012 e já no segundo semestre daquele ano começariam as obras de melhorias na Linha 1 (Eldorado-Vilarinho) – planejamento que não vingou. Já a construção das outras linhas foram programadas para iniciar em 2016 – data que poderá ser mantida, caso não ocorram novos atrasos nas análises do projeto.

Além da Linha 3, está prevista a construção de um trecho que ligará a região do Barreiro a uma nova estação que será construída no Bairro Nova Suíça. O trecho, de cerca de 10 quilômetros e que terá cinco novas estações, começou ser construído no início do ano 2000, mas está paralisado desde então. Para essa obra, está prevista a assinatura de uma parceria público-privada (PPP) e financiamento de recursos junto ao BNDES. Ao todo, para a construção das duas novas linhas e melhorias e extensão do trecho já existente até Contagem, foi estimado um montante de R$ 3,1 bilhões. Segundo o cronograma do PAC Grandes Cidades, a ampliação do metrô da capital será entregue até 2017.

FONTE: Estado de Minas.

 



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